PARÓDIA – JUMENTO PRESIDENTE_
Música original: Jumento Celestino (Mamonas Assassinas)
Letra da Paródia e Interpretação: Piá Vividense
Tava ruim na pandemia,
coisa que ninguém queria,
nem de casa nóis saia,
inda bem que o povo tinha,
O tal do Jair Bolsonaro.
Foi nosso melhor presidente,
sempre um passo a frente,
ajudou os mais carentes
e até os oponentes!
Ninguém ficou abandonado.
Teve Auxilio Emergencial,
seiscentos reais, mensal,
pro cidadão que ficou mal
com a esquerda tacando pau
e não deixavam trabalhar!
Brasil crescendo,
povo se desenvolvendo,
as coisas acontecendo,
mas soltaram um jumento,
pra nossa vida atrasar!
Supremo, rabo preso, sem lisura,
Com medinho da direita,
tirou da cadeia a mula.
Saiu dizendo que o Juiz Sérgio Moro
e o Deltan Dallagnol,
não deviam ser o foro!
Ladrão eleito,
ninguém sabe de que jeito,
não tem povo, não tem gente,
que nos possa explicar!
Brasil grilado,
povo tá abandonado,
perseguido, censurado,
e o jumentão só quer gastar!
E agora tá todo mundo,
na maior desilusão,
todo Brasil tá sofrendo
com o presidente jumento,
afundando a nossa nação.
O Brasil tá no vermelho,
sofrendo perseguição,
Fake News virou notícia,
E pra quem diz que é mentira!
A picanha virou zóião!
quinta-feira, 28 de março de 2024
PARÓDIA – JUMENTO PRESIDENTE_
terça-feira, 26 de março de 2024
PARÓDIA – CAOS NA SAÚDE_
Música original: Mexe-mexe da menina (Véio Milongueiro)
Letra da Paródia e Interpretação: Piá Vividense
A saúde em Joinville,
tá um verdadeiro caos!
A dengue tá se alastrando,
muito fora do normal.
Fila de até sete horas,
nos postos de atendimento.
Falta médico, enfermeiros
e falta medicamento!
REFRÃO
Tá faltando tudo, aqui na nossa saúde!
Tá faltando alguém que tome alguma atitude!
Tá um caos geral, na nossa saúde!
Precisa urgentemente de alguém com mais atitude!
II
Não consigo entender, como aqui tudo se falta.
Falta vaga no hospital e a UTI tá sem vagas.
Daí vem a prefeitura no maior papo furado,
Dizer que o combate a dengue, daqui foi elogiado.
O Ministério da Saúde fez o suposto elogio
E disseram pra divulgar para outros municípios!
Porque esse nosso exemplo todos devem conhecer.
Que é pra gente ensinar de como não se fazer!
REFRÃO
Tá faltando leito, também tá faltando vaga.
E faz tempo que tá faltando, a tal vergonha na cara.
Tá tudo em falta e cada vez tá pior.
O que também tá falta é o dito SEMANCOL!
III
Falando em dengue, tá faltando coerência!
Com o aquilo que se fala e com todas ocorrências.
Joinville já é campeã absoluta!
Pelos casos e as mortes dessa doença absurda!
Até pra prestar contas aos repasses do governo!
Nos falta cacife, e, se tem não tá fazendo.
O aparelho de Hemodinâmica, chegou e ninguém instala,
Falta o tal do projeto, e a vergonha na cara.
REFRÃO
Tá faltando ação, em todas as áreas públicas
Virou tudo criadouro e é lá que o mosquito incuba!
Tá faltando ação, tá faltando o fumacê!
Tá faltando alguém que faça, o que se deve fazer!
Tá faltando gente, técnica e profissional,
Falta competência e isso já cheira mal.
Tá faltando tudo, tudo e mais um pouco.
A nossa cidade tá vivendo no sufoco!
Tá faltando tudo, aqui na nossa saúde!
Tá faltando alguém que tome alguma atitude!
Tá um caos geral, na nossa saúde!
Precisa urgentemente de alguém com mais atitude!
PARÓDIA – SER BURRO OU NÃO SER_
PARÓDIA – SER BURRO OU NÃO SER_
Música original: Bois D’ont Cry (Mamonas Assassinas) Letra da Paródia e Interpretação: Piá Vividense
Ser Burro ou Não Ser.
Qual é a sua opção?
Acreditar na picanha,
Que imposto é coisa boa,
e pobre vai andar de avião.
O Brasil está lascado,
imposto pra todo lado
ao comando do Luís.
Mas, a ONU tem falado,
que apesar de ser usado,
o povo tá mais feliz.
“Soy pobre, mas no soy burro!”
Não caio nessa enganação.
Até a banana tá cara,
o ovo virou alcatra,
e o arroz virou salmão.
Se o ladrão se pronuncia
só inventa narrativas
para a população.
Tem gente que acredita
mas, responde a pergunta,
é uma questão de opção.
Veja só que enganação
pobre não vai andar de avião.
Vai pagar taxa e imposto,
Pagar picanha e levar ovo,
sobrou banana para o povo!
Se o ladrão se pronuncia,
Nunca fala de projetos,
só fala do capitão.
A inveja é transparente,
porque ele não tem gente,
muito menos multidão!
quarta-feira, 20 de março de 2024
PARÓDIA – PONTILHÕES DO NAUTA_
PARÓDIA – PONTILHÕES DO NAUTA_
Música original: Show de bola! (Véio Milongueiro)
Letra da Paródia e Interpretação: Piá Vividense
I
Na cidade e Joinville, tem obra parada aos montes.
Mas, hoje a nossa conversa somente sobre as pontes.
Temos projeto de ponte que não anda nem puxado.
Outros saem do papel mas não chegam do outro lado.
A propaganda é bonita, mas, as pontes fazem falta.
E não temos conclusão, nem sequer de um pontilhão,
do nosso prefeito nauta.
Cadê a ponte?
Quando é que essa ponte sai?
O povo tá promessa,
Mas a ponte nunca sai.
Cadê a ponte?
A cidade tá na espera,
nunca demoraram tanto
pra fazer uma pinguela!
II
A tal ponte Joinville, já virou desilusão.
Licitaram várias vezes, mas, nunca saiu do chão.
Teve até contrato feito para fiscalização.
O contrato foi brecado, pela falta de razão.
A licença ambiental, que já estava na mão,
de repente não permite, que seja feita em Joinville,
esse tipo de construção!
E cadê a ponte?
Quando é que sai essa ponte?
O Bairro Ademar Garcia,
já cansou de esperar!
Cadê a ponte?
Por enquanto tá na estória.
Nessa estorinha que a gente
tá exausto de escutar!
III
A Ponte da Rua Aubé, é um dos casos mais recentes.
Quando a obra começou, o povo ficou contente.
Mas, a empresa responsável, veio a quebrar de repente.
Largando as obras da ponte e ferrando com a gente.
Ninguém sabe se a ponte é mão simples ou mão dupla.
Prenderam o dono da empresa, pois essa é aquela mesma
da ponte de Itajuba!
Cadê a ponte?
Quando é que essa ponte sai?
É mão simples ou mão dupla?
O projeto aonde esta?
Cadê a ponte?
Será que essa ponte sai?
Um pontilhão desse porte
em um mês dá pra acabar!
IV
E lá na Rua Nacar, tá saindo um pontilhão!
Mas, um pescador local já fez uma reclamação.
A ponte é muito baixa e ninguém fez reunião.
Pra saber se acaso tinha alguma objeção.
Ele tem barco de pesca, é a sua profissão.
Mandaram carta avisando pra ele ir arrumando
outra localização.
Trancaram o barco!
Quem vai tirar esse barco?
Agora só no guindaste
pra zarpar pro alto-mar.
Cadê a ponte?
E o projeto da ponte?
Era pra ajudar o povo,
Mas, está a atrapalhar!
V
E lá na Rua Anêmonas, e o tal projeto Fake!
O desenho é bizarro, que até eu faço melhor!
A extensão total da ponte, é pra ser duzentos metros.
Mas, que olha aquele “meme”,pensa que é muito maior.
E no Rio Cachoeira, a ponte do prédio verde.
Seria um Cartão postal, mas, o nosso prefeito nauta,
transformou em outro “meme”.
Cadê a ponte?
Qual é o tamanho da ponte?
Dois mil metros ou duzentos?
Alguém sabe desenhar?
Cadê a ponte?
Onde foi a nossa ponte?
Virou parquinho com flores
para as crianças brincar!
Cadê a ponte?
Do prédio abacatão?
Esqueceram do projeto?
Bem na cara da gestão?
Cadê a ponte?
Pra aumentar a vazão?
Continua o gargalo,
e continua a inundação!
terça-feira, 19 de março de 2024
PARÓDIA – O PIXULECO NÃO TEM GENTE_
PARÓDIA – O PIXULECO NÃO TEM GENTE_
Música original: Aqui pra ela! (Teodoro e Sampaio) Letra da Paródia e Interpretação: Piá Vividense
I
O Pixuleco tá nervoso e tá com raiva. Porque onde ele chega
o povo não tá contente.
E não tem gente! (5x)
E ainda gritam…
Fora Ladrão!
E não tem gente! (3x)
II
O pixuleco tá morrendo de inveja
Pois onde o Bonoro chega
A multidão tá presente!
Tem muita gente! (5x)
E ainda gritam…
MITOOOOO!
É muita gente! (3x)
III
O nove dedos há mil anos fez sucesso.
E pensou que sendo eleito
iria fazer de novo.
Mas, não tem povo! (5x)
Só tem cupincha…
Sanguessuga!
E, não tem povo!(3x)
IV
O Pixuleco disse que ia fazer,
Um ato lá na Paulista,
pra mostrar que é influente.
Mas, não tem gente! (5x)
Cadê o povo…iiiiiiishhh
FLOPOU.
Pois, não tem gente! (3x)
V
O Bolsonaro onde vai fica lotado
Não tem pão com mortadela,
muito menos pão com ovo!
Mas, tem o povo!(5x)
E o MITO grita…
iiiihuuuuuuuu.
E tem o povo, só o povo e muito povo!
quarta-feira, 13 de março de 2024
PARÓDIA – PREFEITO BOIÃO_
PARÓDIA – PREFEITO BOIÃO_
Música original: Ripa de Costela (Véio Milongueiro) Letra da Paródia e Interpretação: Piá Vividense
I
Joinville tá vivendo, uma triste realidade. Ninguém se sente seguro, lá no centro da cidade. O número de indigentes, cresceu uma barbaridade. E o que também tá crescendo é a instabilidade. Não há plano e nem programa, pra encarar a realidade. E o cidadão tá largado, entre indivíduos armados,dentro da comunidade. II O pior aconteceu, e todo mundo previa. O primeiro assassinato, consumado à luz do dia. Sem dó e nem piedade, enquanto o povo assistia. E a guarda municipal, chegou quase no outro dia. Ficou claro a insegurança e a falta de guarnição. O povo desprotegido, convivendo com bandidos sem nenhuma proteção. III Tanta vaga de trabalho, e tantos desocupados. Deixa qualquer gente séria, pra lá de preocupado. Mas, é que tem uma ONG, que está sendo bem paga. Pra dar café, almoço e janta, banho e roupa lavada. Pra quem quiser tem pernoite, com cama boa e macia. Com todo esse incentivo, ninguém nem pensa em serviço durante todo o dia. VI A tal ONG, diariamente faz quarenta abordagens. E pra isso ela recebe uma bela quantidade. Situada em Rio Caveiras, atua em nossa cidade. Cento e vinte mil reais é a sua mensalidade. Isso exala, isso fede, cheira a morador de rua. Isso não é assistência é incentivo à indigência! É a verdade Nua e Crua. V Enquanto isso o prefeito, tá descendo o rio de boia. Deve ser um treinamento pra boiar pela cidade. A ONG também dá boia, e é bem remunerada. Para as pessoas da rua vadiar sem fazer nada. E o cidadão só se lasca, sem segurança e saúde. A dengue segue matando e o prefeito boiando e não tem nada que mude.
Ninguém merece essa administração! A cidade em colapso, e ele na diversão. Ninguém merece de novo,esse prefeito boião!
quarta-feira, 6 de março de 2024
PARÓDIA – OS PRESENTES DO ALCAIDE_
Música original: A Solteirona (Teodoro e Sampaio)
Letra da Paródia e Interpretação: Piá Vividense
I
Joinville está fazendo aniversário,
Mas, tá difícil até pra comemorar!
Porque a lista de presentes do desgoverno.
É cara, e o cidadão é quem vai pagar!
Tem um troféu de campeão Nacional da dengue.
E um retrato de obras abandonadas.
Um quadro de cemitérios superlotados.
E uma coleção de obras não licitadas!
REFRÃO
Põe na caixa,
empacota, passa a fita!
e deseje, Parabéns para você!
Comemora, bate palmas, e vai vendo.
Os presentes, que o alcaide reservou
pra Joinville receber!
II
Joinville também tá sendo presenteada.
Com o primeiro governo que não tem plano.
As praças e ruas tão virando um aterro.
De tanto lixo que está acumulando.
A Zona Sul é um pacote esquecido.
E novas Zonas de enchente
estão se formando.
O sistema de drenagem está falido,
É mais um brinde que a cidade tá ganhando.
REFRÃO
Põe na caixa, empacota, passa a fita!
e deseje, Parabéns para você!
Comemora, bate palmas e vai vendo.
Os presentes, que o alcaide reservou
pra Joinville receber!
III
Outro presente que já está sendo entregue.
É o famoso “Big Brother Mãos ao Alto”.
Radares abordam o povo em toda parte,
E pro cidadão só resta, pagar o assalto.
Nenhum presente é grande o suficiente,
Que corresponda a história da cidade.
Tem um numa caixa-preta
que ninguém mexe.
Faz tempo que foi entregue
mas, ninguém abre.
REFRÃO
Para tudo, e o viaduto? o elevado!
Que foi feito no distrito industrial!
Bem lembrado, é o único, e tá pronto!
Mas esse presente a cidade ganhou,
do governo Estadual!