sexta-feira, 29 de novembro de 2024
PARÓDIA – VAI DESCER_(2024)
Música original: Descer pra BC (Brenno e Matheus)
Letra da Paródia e Interpretação: Piá Vividense
Luleco prometeu picanha pra mim!
Até andar de avião disse que vai ser facin!
Mas, a coisa tá cada vez mais ruim!
Até o nosso urânio tá indo pro “Xixi‘nping.
Depois veio a janjona,
fazer nóis passar vergonha
Já somos pária internacional.
E o Taxad quer ferrar o nosso natal.
A inflação subiu e o dólar tá seis “real”!
Mas, vai descer, vai descer!
O real vai descer,
e o que cê tá comprando
baratinho na shopee, pois vai encarecer.
Mas vai crescer, vai crescer!
Mentiras e desculpas, taxas e impostos,
Arrombo nos cofres pra cobrar você!
Se não abastasse a janjona
fazer nós passa vergonha.
Agora o dólar bateu seis “real”.
E o Taxad ainda cita,
que nossa economia,
tá tudo certo e tudo normal!
ESCRITA EM 29 DE NOVEMBRO DE 2024.
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quarta-feira, 27 de novembro de 2024
PARÓDIA – MATERNIDADE DA DENGUE_(2024)
Música original: Pra tirar o barro (Gino e Geno)
Letra da Paródia e Interpretação: Piá Vividense
REFRÃO
Olha aí o mosquitão, voltando na cidade!
Assustando o povão, mas que barbaridade,
Olha aí o mosquitão, já estão bem à vontade
Tão surgindo de montão, das duas maternidades.
Olha aí o mosquitão, voltando na cidade!
É uma multidão, mas que barbaridade.
Uns vêm da incubação, os outros vêm do lixo!
Já temos mosquito pobre e também mosquito rico.
I
Joinville já produz mosquito pelo descaso.
Mas agora também temos, o mosquitão fabricado.
O mosquitão fabricado é rico de área nobre,
E o que nasce no pneu, é o tal mosquitão pobre.
A produção Joinvilense é uma excentricidade,
Pois a cidade já conta com duas maternidades.
No entulho da cidadela tá nascendo e não pára.
E não para os nascimentos lá na fábrica Wolbachia.
REFRÃO
Olha o mosquitão aí, voltando na cidade!
Assustando o povão, mas que barbaridade,
Olha o mosquitão aí, já estão bem à vontade
Tão surgindo de montão, das duas maternidades.
Olha o mosquitão aí, na nossa cidadela.
Milhares de mosquitos se reproduzem nela.
Deixada à deus-dará, já faz alguns anos.
Nossa cultura caindo e a dengue levantando.
II
A cidadela virou uma luta contra o tempo,
É uma vergonha geral, é um caos em pleno centro.
A casa do mosquitão que virou maternidade.
Envergonha o prefeito e envergonha a cidade.
É a cara do secretário que gere a nossa cultura.
Só tem parede frontal, por trás não tem estrutura.
O mato tá invadindo e o prefeito nada fez.
Tá rezando pra que o resto caia logo, de uma vez.
REFRÃO
Olha aí o mosquitão! Voltando na cidade.
A dengue aumentado, que barbaridade.
A cidadela igual uma ruína maia,
e o prefeito na espera pra que a cidadela caia.
III
O projeto do alcaide com a tal de PPP,
Deu com os burros na água, e ele não soube fazer.
Ele ficou chateado e abandonou de vez.
Tirar foto da caçamba foi tudo que ele fez.
Cidadela abandonada é um crime cultural,
Contra a nossa história e cultura patrimonial.
É um crime ambiental pois também possibilita
que os escombros se transformem
em berçários de mosquito.
Olha aí o mosquitão, voltando na cidade!
Assustando o povão, mas que barbaridade,
Olha aí o mosquitão, já estão bem à vontade
Tão surgindo de montão, das duas maternidades.
Olha aí o mosquitão, na nossa cidadela.
Milhares de mosquitos se reproduzem nela.
Deixada à deus-dará, já faz quatro anos.
Nossa cultura caindo e a dengue levantando.
Olha aí o mosquitão, voltando na cidade!
Assustando o povão, mas que barbaridade,
Olha aí o mosquitão, já estão bem à vontade
Tão surgindo de montão, das duas maternidades.
Olha aí o mosquitão, voltando na cidade!
É uma multidão, mas que barbaridade.
Uns vêm da incubação, os outros vêm do lixo!
Já temos mosquito pobre e também mosquito rico.
ESCRITA EM 26 DE NOVEMBRO DE 2024.
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terça-feira, 26 de novembro de 2024
PARÓDIA – JANJONA_(2024)
PARÓDIA – JANJONA_(2024)
Música original: A gostosona (Teodoro e Sampaio)
Letra da Paródia e Interpretação: Piá Vividense
Janjona sobe no palco, Assusta a companheirada.
Seu português é pior que gaita desafinada
Cada palavra é um erro, cada frase é uma vergonha.
Até mesmo o Pixuleco, Tá quase tendo um treco
Com as asneiras da Janjona.
Ela gosta de holofote,
Ela gosta de staff.
Mas é só abrir a boca
Que logo sai uma gafe.
Ela quer a passarela,
Mas parece uma sanfona.
Não existe elegância,
mas, sobra ignorância
Além de ser deslumbrada ela é inconveniente.
Arrogante, orgulhosa, desdenhosa e prepotente.
Não tem postura de dama ou esposa de presidente.
Salvou cachorro e cavalo, e deixou o povo afogado
e abandonado na enchente!
Ela quer fazer história,
Ela quer fazer o L.
Mas nunca é pelo povo,
é só inveja da Michele.
Ela gosta de balada,
E pra festa tá sempre pronta.
Enquanto o Brasil afunda,
milhões pro Janjapalooza,
a festinha da Janjona.
ESCRITA EM 19 DE NOVEMBRO DE 2024.
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terça-feira, 19 de novembro de 2024
PARÓDIA – TORNEIRA SECA_(2024)
Música original: A roela do Eno (Teodoro e Sampaio)
Letra da Paródia e Interpretação: Piá Vividense
Joinville tá com as torneiras secas.
Secou também a fiscalização.
E a empresa que era pra ser um modelo.
Virou uma tremenda confusão.
No projeto era uma empresa competente.
Pra resolver o nosso saneamento.
Porém, na prática virou uma associação,
uma caixa-preta e um cabide de emprego.
Eitaaa, olha a torneira seca! (2X)
Secou, e nem falaram nada,
pro povo armazenar umas bombonas de água.
Eitaaa, olha a torneira seca! (2X)
O caos está em evidência.
E têm prêmio pra selar, essa incompetência.
II
Uma empresa quarenta funcionários,
que saturou e agora são quatrocentos.
Sem falar no povo terceirizado,
que estão grudados nesse mesmo orçamento.
A empresa paga um aluguel milionário,
à moda antiga no fio do bigode.
É a empresa que mais gasta em propaganda.
Enquanto isso a cidade se explode.
Eitaaa, olha a adutora seca! (2X)
Milhões, em um “enterramento”,
Que não tem nem estação pra fazer tratamento.
Eitaaa, Olha a torneira seca! (2X)
Mas, o alcaide já culpou,
Uma velha tubulação lá dos anos setenta.
III
As torneiras secaram de repente.
E já causaram uma bagunça profunda.
E nesse caso o povo precisa escolher.
Se escova os dentes ou se lava a “blusa”!
Inauguraram a estação da Vigorelli,
e já fizeram um alarde desse tamanho.
Porém agora chegou o certificado,
que essa água é imprópria para banho.
IV
A descrição do Prêmio que eles ganharam.
É Prêmio Ser Humano Esgoto Legal.
Porém as valas fétidas a céu aberto.
Ainda, continuam sendo ilegais!
A falta de água gerou uma nova função.
E a guarda pretoriana foi promovida.
Já abandonaram a tocaia e o secador,
pra ser batedor-piloto do caminhão-pipa.
Eitaaa, a torneira tá seca! (2X)
A ARIS não fiscaliza nada,
e a bagunça premiada deixa clara essa evidência.
Eitaaa, a torneira tá seca! (2X)
O povo é sempre lesado.
E o prêmio é pra lacrar de vez, a caixa-preta.
ESCRITA EM 19 DE NOVEMBRO DE 2024.
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sábado, 16 de novembro de 2024
PARÓDIA – A ESSÊNCIA DO COMUNISMO_(2024)
PARÓDIA – A ESSÊNCIA DO COMUNISMO_(2024)
Música original: Prego no Chinelo (Antony e Gabriel)
Letra da Paródia e Interpretação: Piá Vividense
Ele prometia picanha,
Pro povo leigo acreditar.
Falava contra as queimadas,
E que com ele iria acabar.
Mas, o Pantanal não parou de queimar.
E o rombo fiscal já é o maior de todos.
Pra ele o que vale é enganar o povo!
Agora estão vendo!
O Brasil das taxas, e do desemprego,
Estão vendo!
O real descendo e o dólar quase no teto.
Tudo que o ladrão deu pro pobre,
Foi imposto, inflação e calote.
Agora estão vendo!
Os bandidos soltos e os cidadãos presos,
Estão vendo!
Corruptos e criminosos sendo perdoados,
O supremo ajudando os amigos,
É a essência do comunismo,
Prender a oposição e soltar os bandidos!
E a vacina faltou em todo lugar.
Não distribuíram e queimaram tudo.
Pra ele saúde é só mais um discurso!
ESCRITA EM 16 DE NOVEMBRO DE 2024.
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terça-feira, 12 de novembro de 2024
PARÓDIA | CAOS FINANCEIRO E DESLEIXO NA SAÚDE_
Música original: Amigo descarado (Teodoro e Sampaio)
Letra da Paródia e Interpretação: Piá Vividense
Joinville vive um caos financeiro,
e amarga ao mesmo tempo o desleixo na saúde.
Não tem nada que se mostre, ou que se fale,
Que de alguma forma faça com que esse cenário mude.
O fedor do descontrole financeiro,
Transformou em um chiqueiro a administração.
Prefeitura tá virando uma vala,
ninguém sabe o que se fala, nesse caos de informação.
E todo aquele pessoal, que faz a nossa estatística.
Fizeram uma metodologia nova,
que não mostra e não informa, só confunde e complica.
Nem tô falando da IA, Inteligência artificial.
É uma metodologia incompetente conhecida por BN,
ou… burrice natural.
II
Tá voltando a dengue e o mosquitão.
Mas, não tem nenhuma ação pra enfrentar esse maldito.
Tem escola lá no Bairro Vila Nova,
que está abarrotada e infestada de mosquito.
A escola está cheia de entulho,
e a nossa prefeitura não recolhe e não retira.
E assim vai se criando um habitat,
pra mosquito, pra barata, pra rato e até “curupira”…
Valas, valinhas e valões como aqui não tem igual.
Fazem parte do nosso cotidiano
e já estão se tornando patrimônio cultural.
E o Rio Mathias parou, e a coisa continua tensa.
Qualquer chuva já provoca uma cheia,
transbordando água suja e infestada de doenças.
III
O CAPAG despencou pra letra C,
do outro lado duplicou, casos e mortes da dengue.
Já contamos mais de oitenta mil casos,
E oitenta e três mortes neste ano, e recentes.
E os dados citam casos negativos,
neste cenário sinistro onde as perdas multiplicam.
E o povo quer saber qual é a fórmula,
porque essa matemática nem a NASA explica.
Quem é que pode explicar, um óbito negativado?
Por acaso a vítima ressuscitou?
ou fingiu que tava morto, pra pegar um atestado?
O mosquitão está aí, cada dia tem aumentado.
E parece que o método Wolbachia,
em vez de infectar tá sendo infectado.
E na cidadela como está?
O cenário não é bonito.
Tá largada abandonada no entulho,
Virou uma maternidade incubadora de mosquito!
E os deficientes visuais?
No piso tátil tem um poste.
Pra passar só com curso de alpinista,
Escalando na avenida ou voando de helicóptero
ESCRITA EM 12 DE NOVEMBRO DE 2024.
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quarta-feira, 6 de novembro de 2024
PARÓDIA – CAOS FINANCEIRO_(2024)
Música original: Cachorro Jiló (Teodoro e Sampaio)
Letra da Paródia e Interpretação: Piá Vividense
I
Nossa cidade vive um caos financeiro,
porém o nosso prefeito vive escondendo o jogo.
É tanto prêmio, mas, a cidade não vai,
e como dizia o meu pai, se tem fumaça tem fogo.
E se tem fogo tem alguém botando lenha
o dinheiro nunca chega e a coisa cheira mal!
Pois a fumaça já está nos sufocando,
e cada vez aumentando essa fogueira infernal.
Na prefeitura o descontrole financeiro,
já tá virando o roteiro oficial da cidade.
É tanto gasto em obras irrelevantes,
que até pra pagar conta perdeu a capacidade.
Caiu de A para a posição C,
e não pára descer sua credibilidade.
A incompetência tá aumentando o risco,
ninguém quer botar dinheiro onde tem disparidade.
REFRÃO
Quem é que vai bancar? Quem vai ser esse louco?
Quem vai emprestar dinheiro, pro alcaide jogar no fogo?
Não temos mais aval, pra emprestar dinheiro.
Nessa balbúrdia que está,
quem é que vai financiar o nosso caos financeiro?
Quem é que vai bancar? Quem vai ser esse louco?
Quem vai emprestar dinheiro, pro alcaide jogar no fogo?
II
Indícios cheiram mal em todo o lugar,
onde a gente olhar há serviço e obra suspeita.
Muito dinheiro e pouquíssimo resultado,
aos poucos têm esgotado toda a nossa receita.
E o tribunal de contas identificou
na nossa iluminação um superfaturamento.
Um edital de quarenta e cinco milhões,
O tribunal reduziu cinquenta e sete por cento.
Em Guaratuba tão fazendo uma ponte.
Estaiada e gigante um verdadeiro desfile.
O interessante é que além de ser maior,
também vai ser mais barata, que a Ponte Joinville.
A Ponte Aubé a "pitoca" da cidade,
Custou uma barbaridade, às pressas, inaugurada.
Depois de pronta a prefeitura descobriu.
Que a mesma poderia, ser um milhão mais barata!
REFRÃO
Está cheirando mal, está fedendo bem.
Esse excesso de dinheiro tá beneficiando quem?
O povo quer saber, pra que tanto dinheiro.
Nessa balbúrdia que está,
Quem é que vai explicar, o nosso caos financeiro?
Está cheirando mal, está fedendo bem.
Esse excesso de dinheiro tá beneficiando quem?
III
O preço médio do quilômetro de asfalto
com base consolidada é de dois milhões e meio.
Mas, em Joinville a coisa é diferente,
O preço das mini-obras é um tremendo devaneio.
Na Ottokar só pra iluminação,
gastou-se sete milhões, para fazer o projeto.
E no asfalto foi torrado dez milhões,
e não foi em um km, mas, em quatrocentos metros.
Todas essas “obras encharcadas” na cidade,
tem uma curiosidade, que não dá pra ignorar.
São todas obras da mesma secretaria,
e olha isso! Quem diria? Do famoso Men de Sá.
É um vulcão que tá quase explodindo,
é a fumaça subindo e a fogueira assando.
Nosso dinheiro tá sendo incinerado,
os indícios têm aumentado e o povo tá se lascando.
REFRÃO
Está cheirando mal, está fedendo bem.
Esse excesso de dinheiro tá beneficiando quem?
O povo quer saber, pra que tanto dinheiro.
Nessa balbúrdia que está,
Quem é que vai explicar, o nosso caos financeiro?
Quem é que vai bancar? Quem vai ser esse louco?
Quem vai emprestar dinheiro, pro alcaide jogar no fogo?
ESCRITA EM 05 DE NOVEMBRO DE 2024.
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