terça-feira, 25 de novembro de 2025

PARÓDIA – PREJUÍZOS, CAOS E TRAGÉDIAS ANUNCIADAS (2025)

PARÓDIA – PREJUÍZOS, CAOS E TRAGÉDIAS ANUNCIADAS (2025)
Música original: (Os três xirus – Bruno e Brunilde)
Letra e interpretação: Piá Vividense

I
Joinville vive uma sequência constante,
De obras que começam e nunca são acabadas.
E o resultado dessa falta de juízo.
É prejuízo, caos e tragédia anunciada!
Obras malfeitas e sem fiscalização.
Não se respeita a legislação vigente!
Boca de lobos não têm manutenção
E na zona Sul é o reflexo das enchentes.

Manutenção é uma palavra proibida.
E por essas bandas não se faz e nem se fala!
Nosso bueiros estão todos entupidos.
E o dinheiro aos montes indo pra vala.
Licitações dirigidas e duvidosas.
Na ponte Aubé é um exemplo bem claro.
Fizeram duas pra construir a pinguela.
E o barato pra Joinville ficou caro.
REFRÃO
Ohhhh, prejuízo! Ohhhh, prejuízo!
É a magia do superfaturamento.
Trazem empresas que não concluem a obra.
E depois licitam outra pra aumentar o orçamento!
Ohhhh, prejuízo! Ohhhh, prejuízo!
Tá acontecendo no Palhaço das Orquídeas.
A empresa veio, começou e foi embora!
E o prejuízo segue uma maravilha.
II
E o nosso trânsito continua um caos!
Não tem elevados, nem duplicação de vias.
Os sinaleiros não têm sincronização.
E o nosso centro tá parado todo dia.
E os binários feitos sem planejamento.
Só pra atender pedido de vereador!
Só contribuem pra aumentar mais a bagunça.
E acrescentar uma pitada de pavor.
REFRÃO
Ohhhh, bagunça! Ohhhh, bagunça!
Incompetência e planejamento zero.
O que nos resta é esse caos induzido.
E o cidadão esquecido nesse mundo paralelo.
III
Com tudo isso a tragédia é anunciada.
Como a queda do Buraco do natal.
Nem a drenagem pluvial não se planeja.
E o prejuízo sempre vem junto com o caos.
Falta diálogo, com o Ministério público.
Falta vontade, atividade e ação.
Falta andar um pouco mais pela cidade.
Pra entender qual é a nossa situação!

Tem que dragar e limpar o Rio Cachoeira.
Essa bacia limpa é fundamental.
Não tem estudo e muito menos projeto.
E continua a porcaria e o caos.
É engraçado que lá na Rua Otto Boehn.
Tão construindo sobre o leito do Mathias.
E o MP até agora não proibiu.
E as obras prosseguem em plena luz do dia.
REFRÃO
Ohhhh, tragédia! Ohhhh, tragédia!
Ninguém se importa com as normas municipais.
O que nos rege hoje são conveniências,
Compadrio e amizades, só isso e nada mais!
Ohhhh, prejuízo! Ohhhh, prejuízo!
Paralisaram a drenagem do Mathias.
Ponte Joinville, quase parada e sem acessos,
Vergonha e retrocesso pra nossa engenharia.

Ohhhh, prejuízo! Ohhhh, prejuízo!
E tão inventando outra ponte no Espinheiros.
Pra atender os amigos do Men de Sá.
E usar a catapulta paga com o nosso dinheiro.
Ohhhh, Joinville! Ohhhh, Joinville!
Essa é nossa realidade nesse momento.
Sem competência e sem fiscalização,
Sem prazo, sem previsão e sem nenhum planejamento!

ESCRITA DIA 25 DE NOVEMBRO DE 2025




terça-feira, 18 de novembro de 2025

PARÓDIA – PÃO E CIRCO – E O POVO ABANDONADO E DESPREZADO_(2025)

PARÓDIA – PÃO E CIRCO – E O POVO ABANDONADO E DESPREZADO_(2025)
Música original: (Os três xirus – Baile da coceira)
Letra e interpretação: Piá Vividense


I
Os assuntos mais falados no domingo que passou!
Foi o circo do Maduro, depois que o cerco fechou.
Mas, aqui em Joinville o circo também chegou!
Na frente da prefeitura, a festinha do Maduro
Domingo se antecipou!

Enquanto na Venezuela o Maduro tá tremendo,
Apelando até pra Deus, e cantando até John Lenon.
Joinville tem pão e circo pro povo se entreter!
Fogos, teatro e desfile…
Pois, o NOVO de Joinville é o avesso do PT!
REFRÃO
Povo abandonado aqui, povo desprezado lá!
Mas, tem sempre pão e circo e festinha pra enganar.
Obra inacabada aqui, obra estagnada lá!
Mas, a pirotecnia e o show não pode parar.
É o show da fantasia, a abertura do Natal!
II
Nesse show da hipocrisia, mentir é mais que normal.
Mas, mentira todos sabem é um pecado capital.
Noventa mil joinvilenses segundo a imprensa local.
Participaram do circo,
E lotaram todo centro na festinha do Natal.

Pelo jeito tão contando desde a primeira abertura.
Até o povo que caiu na vala da prefeitura!
Enquanto enganam o povo, com festinhas e confetes.
Tem adutora sem água, rampa sem ponte acabada.
E o descaso se repete.
REFRÃO
Não tem dinheiro ali, falta dinheiro pra cá!
Mas, pra fogos de artifício Money não pode faltar!
Pra Cidadela não tem, Nem pra duplicar a Ottokar.
Mas, pro Natal do Maduro, tem dinheiro pra danar.
Torra mais dinheiro aqui, não tem dinheiro pra lá!
III
Lá na rua Bororós, Continua o cambalacho!
300 metros de asfalto e o resto tá no cascalho.
Nos bairros são 600km, sem ter pavimentação,
Quando tem sol é poeira,
Quando tem chuva é lama bem na cara do povão!

No Espinheiros igualmente fizeram um pavimento.
Mas, só porque a prefeitura na rua tem um terreno.
Fizeram asfalto na frente, depois deixaram sem nada.
Mais de cem metros no barro
e depois continuaram como se não fosse nada!
REFRÃO
Falta asfalto aqui, sobre pavimento lá!
E tá superfaturado o preço pra asfaltar.
Ajuda o amigo aqui e o povo se lasque lá!
Mas, vai ter o pão e circo na abertura do natal.
IV
E na festinha do alcaide, algo chamou atenção.
Eis que surge abandonada em meio à apresentação.
A velha casa de bombas que eram pra drenar o Rio.
Na frente da prefeitura,
Da janela do prefeito, mas, que ele nunca viu!
REFRÃO
Joga confete aqui, joga serpentina lá!
E o parque do cachoeira tá longe de acabar.
É rojão que estoura aqui, fogos de artifício lá.
E o palhaço das orquídeas tá longe de acabar!


ESCRITA DIA 18 DE NOVEMBRO DE 2025




quarta-feira, 12 de novembro de 2025

PARÓDIA – A CIDADELA CULTURAL_(2025)

 
PARÓDIA – A CIDADELA CULTURAL_(2025)
Música original: (Os três xirus – O Gringo e a bocha)
Letra e interpretação: Piá Vividense


I
Vamos falar da Cidadela cultural.
Que há tempos foi esquecida, pela gestão atual.
Um patrimônio carregado de história.
Que aos poucos estão tentando apagar da memória.
E começou ainda no século dezenove,
No ano da proclamação da república, em 1889.
Foi fundada a cervejaria Tiede,
Um marco cultural na história de Joinville.

Mudou o nome pra cervejaria catharinense.
E Companhia Antártica Paulista, foi mudado novamente.
Foi um sucesso cervejeiro aqui do Sul,
E no Brasil fez a melhor cerveja a faixa azul.
Fechou as portas no ano noventa e cinco.
E em 2001 foi adquirida pelo prefeito Luís Henrique.
Pra transformá-la em cidadela cultural
E manter viva a memória desse orgulho nacional.
REFRÃO
Mas só tem um problema, que ainda perdura.
É o descaso total dessa nossa prefeitura.
Não cuida do patrimônio e muito menos da cultura.
E a Cidadela tá podre por causa da prefeitura!
II
Mesmo assim dois mil e dez foi marcado.
Pois todo esse patrimônio nesse ano foi tombado.
Toda estrutura que forma esse complexo.
Os famosos poços de água e também todos os prédios.
Foi desses poços da Rua Padre Anchieta,
A água que garantiu o sucesso da cerveja.
E a Cidadela que era orgulho Nacional,
Hoje virou um descaso e vergonha internacional!
REFRÃO
Mas só tem uma pergunta, que ainda perdura.
Qual é o real interesse dessa nossa prefeitura?
Não cuida do patrimônio e muito menos da cultura.
E a Cidadela tá podre por causa da prefeitura!
III
De lá pra cá, tudo isso foi esquecido.
E a memória cultural está na lata de lixo.
Tudo em ruínas e ainda teve um incêndio.
E essa administração não moveu sequer um dedo.
A má vontade e falta de compromisso,
Com o ministério público e com a nossa justiça.
Ignorando todas recomendações
Torcendo que caia pra usar as locações.

Enquanto isso o nosso dinheiro sofrido,
Está sendo usado pra custear Pão e Circo.
Festas medíocres pra manter o povo entretido.
E compulsoriamente o legado sendo esquecido.
Já tão falando na abertura do Natal!
Mas, não ousam lembrar da Cidadela Cultural.
Tanto dinheiro pra ofuscar a cultura
E a Cidadela tá podre por causa da prefeitura.
REFRÃO
É circo e pão, é pão e circo!
Milhões gastos em festinhas, pra manter o povo entretido!
Nossa memória pra eles não é cultura.
E a Cidadela tá podre por causa da prefeitura!


ESCRITA DIA 12 DE NOVEMBRO DE 2025




quarta-feira, 5 de novembro de 2025

PARÓDIA – NARRATIVAS E MENTIRAS DA NOSSA PREFEITURA_(2025)

PARÓDIA – NARRATIVAS E MENTIRAS DA NOSSA PREFEITURA_(2025)
Música original: (Deco Dalponte – Dolce tarantela)
Letra e interpretação: Piá Vividense

I
Essa nossa prefeitura, Mente e inventa demais!
Promete o mundo e o fundo. Mas, o que promete não faz.
Prometeu tirar a fiação velha, chamou até o governador,
E até o presidente da Celesc, mas, foi só isso e a cena acabou.
REFRÃO
Mente, mente, mente, mente, mente, que dá pena.
Toda narrativa vem de brinde uma cena.
Promete, promete, porém, nada se sustenta.
Não acaba nada e a cidade se arrebenta.
Mente, mente, mente que o nariz tá esticando.
Tá crescendo tanto que parece tucano.
Foi mentir na Europa e já tem gente falando.
Que até pra entrar no avião, o nariz tá atrapalhando!
II
Já fecharam o contrato, da PPP de meio bilhão.
Com um prazo de vinte e dois anos, da nossa iluminação.
Pros netos do Men de Sá, não passar por privação.
Enquanto isso a nossa cidade, segue na escuridão!

E o Palhaço das orquídeas, o novo cartão-postal!
Também já está parado, na nossa zona rural.
A Ponte Joinville atrasada o prazo já estourou
E a prefeitura escondendo, que o dinheiro acabou.
REFRÃO
Mente, mente, mente, mente, mente, que dá pena.
Toda narrativa vem de brinde uma cena.
Promete, promete, porém, nada se sustenta.
Não acaba nada e a cidade se arrebenta.
Mente, mente, mente que a ponte está dia.
Que tá tudo certo no Palhaço das Orquídeas.
Faz encenação, stories, cria narrativas.
E Joinville segue sem orquídeas.
III
A Drenagem do Mathias, foi parada por completo.
Vários pontos de esgoto, lá na praça foi aberto.
Cinco anos se passaram e continua parada.
Pelo andar da carruagem ninguém vai fazer mais nada.

E a nossa Cidadela, quando será restaurada?
Pelo jeito só depois que reconstruírem Gaza.
Até hoje só tiraram uma caçamba de lixo.
Mas tem sempre a narrativa de trabalho e compromisso!
REFRÃO
Mente, mente, mente, mente, mente, que dá pena.
Toda narrativa vem de brinde uma cena.
Promete, promete, porém, nada se sustenta.
Não acaba nada e a cidade se arrebenta.
Mente, mente que a rota de fuga é um sucesso!
Que a Cidadela vai ter um lindo projeto.
Faz encenação, stories, cria narrativas.
E Joinville segue na mentira.
IV
E o projeto aluno guia, que há pouco foi tão anunciado.
É mais um show da mentira, pro povo ficar animado.
Eram mais de cinquenta escolas que o projeto atendia.
Hoje serão apenas duas, pra endossar a narrativa.

Mente, mente, mente, pra inflar o próprio ego.
Cria narrativa pensando que o povo é cego.
Diz que o projeto aluno guia tá de volta.
Mas, não diz que é só em duas escolas.
Nossa prefeitura é um instituto da mentira.
Virou expert em fazer pirotecnia.
Faz encenação, stories, cria narrativas.
E Joinville segue na mentira.

ESCRITA DIA 05 DE NOVEMBRO DE 2025