terça-feira, 19 de novembro de 2024
PARÓDIA – TORNEIRA SECA_(2024)
Música original: A roela do Eno (Teodoro e Sampaio)
Letra da Paródia e Interpretação: Piá Vividense
Joinville tá com as torneiras secas.
Secou também a fiscalização.
E a empresa que era pra ser um modelo.
Virou uma tremenda confusão.
No projeto era uma empresa competente.
Pra resolver o nosso saneamento.
Porém, na prática virou uma associação,
uma caixa-preta e um cabide de emprego.
Eitaaa, olha a torneira seca! (2X)
Secou, e nem falaram nada,
pro povo armazenar umas bombonas de água.
Eitaaa, olha a torneira seca! (2X)
O caos está em evidência.
E têm prêmio pra selar, essa incompetência.
II
Uma empresa quarenta funcionários,
que saturou e agora são quatrocentos.
Sem falar no povo terceirizado,
que estão grudados nesse mesmo orçamento.
A empresa paga um aluguel milionário,
à moda antiga no fio do bigode.
É a empresa que mais gasta em propaganda.
Enquanto isso a cidade se explode.
Eitaaa, olha a adutora seca! (2X)
Milhões, em um “enterramento”,
Que não tem nem estação pra fazer tratamento.
Eitaaa, Olha a torneira seca! (2X)
Mas, o alcaide já culpou,
Uma velha tubulação lá dos anos setenta.
III
As torneiras secaram de repente.
E já causaram uma bagunça profunda.
E nesse caso o povo precisa escolher.
Se escova os dentes ou se lava a “blusa”!
Inauguraram a estação da Vigorelli,
e já fizeram um alarde desse tamanho.
Porém agora chegou o certificado,
que essa água é imprópria para banho.
IV
A descrição do Prêmio que eles ganharam.
É Prêmio Ser Humano Esgoto Legal.
Porém as valas fétidas a céu aberto.
Ainda, continuam sendo ilegais!
A falta de água gerou uma nova função.
E a guarda pretoriana foi promovida.
Já abandonaram a tocaia e o secador,
pra ser batedor-piloto do caminhão-pipa.
Eitaaa, a torneira tá seca! (2X)
A ARIS não fiscaliza nada,
e a bagunça premiada deixa clara essa evidência.
Eitaaa, a torneira tá seca! (2X)
O povo é sempre lesado.
E o prêmio é pra lacrar de vez, a caixa-preta.
ESCRITA EM 19 DE NOVEMBRO DE 2024.
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sábado, 16 de novembro de 2024
PARÓDIA – A ESSÊNCIA DO COMUNISMO_(2024)
PARÓDIA – A ESSÊNCIA DO COMUNISMO_(2024)
Música original: Prego no Chinelo (Antony e Gabriel)
Letra da Paródia e Interpretação: Piá Vividense
Ele prometia picanha,
Pro povo leigo acreditar.
Falava contra as queimadas,
E que com ele iria acabar.
Mas, o Pantanal não parou de queimar.
E o rombo fiscal já é o maior de todos.
Pra ele o que vale é enganar o povo!
Agora estão vendo!
O Brasil das taxas, e do desemprego,
Estão vendo!
O real descendo e o dólar quase no teto.
Tudo que o ladrão deu pro pobre,
Foi imposto, inflação e calote.
Agora estão vendo!
Os bandidos soltos e os cidadãos presos,
Estão vendo!
Corruptos e criminosos sendo perdoados,
O supremo ajudando os amigos,
É a essência do comunismo,
Prender a oposição e soltar os bandidos!
E a vacina faltou em todo lugar.
Não distribuíram e queimaram tudo.
Pra ele saúde é só mais um discurso!
ESCRITA EM 16 DE NOVEMBRO DE 2024.
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terça-feira, 12 de novembro de 2024
PARÓDIA | CAOS FINANCEIRO E DESLEIXO NA SAÚDE_
Música original: Amigo descarado (Teodoro e Sampaio)
Letra da Paródia e Interpretação: Piá Vividense
Joinville vive um caos financeiro,
e amarga ao mesmo tempo o desleixo na saúde.
Não tem nada que se mostre, ou que se fale,
Que de alguma forma faça com que esse cenário mude.
O fedor do descontrole financeiro,
Transformou em um chiqueiro a administração.
Prefeitura tá virando uma vala,
ninguém sabe o que se fala, nesse caos de informação.
E todo aquele pessoal, que faz a nossa estatística.
Fizeram uma metodologia nova,
que não mostra e não informa, só confunde e complica.
Nem tô falando da IA, Inteligência artificial.
É uma metodologia incompetente conhecida por BN,
ou… burrice natural.
II
Tá voltando a dengue e o mosquitão.
Mas, não tem nenhuma ação pra enfrentar esse maldito.
Tem escola lá no Bairro Vila Nova,
que está abarrotada e infestada de mosquito.
A escola está cheia de entulho,
e a nossa prefeitura não recolhe e não retira.
E assim vai se criando um habitat,
pra mosquito, pra barata, pra rato e até “curupira”…
Valas, valinhas e valões como aqui não tem igual.
Fazem parte do nosso cotidiano
e já estão se tornando patrimônio cultural.
E o Rio Mathias parou, e a coisa continua tensa.
Qualquer chuva já provoca uma cheia,
transbordando água suja e infestada de doenças.
III
O CAPAG despencou pra letra C,
do outro lado duplicou, casos e mortes da dengue.
Já contamos mais de oitenta mil casos,
E oitenta e três mortes neste ano, e recentes.
E os dados citam casos negativos,
neste cenário sinistro onde as perdas multiplicam.
E o povo quer saber qual é a fórmula,
porque essa matemática nem a NASA explica.
Quem é que pode explicar, um óbito negativado?
Por acaso a vítima ressuscitou?
ou fingiu que tava morto, pra pegar um atestado?
O mosquitão está aí, cada dia tem aumentado.
E parece que o método Wolbachia,
em vez de infectar tá sendo infectado.
E na cidadela como está?
O cenário não é bonito.
Tá largada abandonada no entulho,
Virou uma maternidade incubadora de mosquito!
E os deficientes visuais?
No piso tátil tem um poste.
Pra passar só com curso de alpinista,
Escalando na avenida ou voando de helicóptero
ESCRITA EM 12 DE NOVEMBRO DE 2024.
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quarta-feira, 6 de novembro de 2024
PARÓDIA – CAOS FINANCEIRO_(2024)
Música original: Cachorro Jiló (Teodoro e Sampaio)
Letra da Paródia e Interpretação: Piá Vividense
I
Nossa cidade vive um caos financeiro,
porém o nosso prefeito vive escondendo o jogo.
É tanto prêmio, mas, a cidade não vai,
e como dizia o meu pai, se tem fumaça tem fogo.
E se tem fogo tem alguém botando lenha
o dinheiro nunca chega e a coisa cheira mal!
Pois a fumaça já está nos sufocando,
e cada vez aumentando essa fogueira infernal.
Na prefeitura o descontrole financeiro,
já tá virando o roteiro oficial da cidade.
É tanto gasto em obras irrelevantes,
que até pra pagar conta perdeu a capacidade.
Caiu de A para a posição C,
e não pára descer sua credibilidade.
A incompetência tá aumentando o risco,
ninguém quer botar dinheiro onde tem disparidade.
REFRÃO
Quem é que vai bancar? Quem vai ser esse louco?
Quem vai emprestar dinheiro, pro alcaide jogar no fogo?
Não temos mais aval, pra emprestar dinheiro.
Nessa balbúrdia que está,
quem é que vai financiar o nosso caos financeiro?
Quem é que vai bancar? Quem vai ser esse louco?
Quem vai emprestar dinheiro, pro alcaide jogar no fogo?
II
Indícios cheiram mal em todo o lugar,
onde a gente olhar há serviço e obra suspeita.
Muito dinheiro e pouquíssimo resultado,
aos poucos têm esgotado toda a nossa receita.
E o tribunal de contas identificou
na nossa iluminação um superfaturamento.
Um edital de quarenta e cinco milhões,
O tribunal reduziu cinquenta e sete por cento.
Em Guaratuba tão fazendo uma ponte.
Estaiada e gigante um verdadeiro desfile.
O interessante é que além de ser maior,
também vai ser mais barata, que a Ponte Joinville.
A Ponte Aubé a "pitoca" da cidade,
Custou uma barbaridade, às pressas, inaugurada.
Depois de pronta a prefeitura descobriu.
Que a mesma poderia, ser um milhão mais barata!
REFRÃO
Está cheirando mal, está fedendo bem.
Esse excesso de dinheiro tá beneficiando quem?
O povo quer saber, pra que tanto dinheiro.
Nessa balbúrdia que está,
Quem é que vai explicar, o nosso caos financeiro?
Está cheirando mal, está fedendo bem.
Esse excesso de dinheiro tá beneficiando quem?
III
O preço médio do quilômetro de asfalto
com base consolidada é de dois milhões e meio.
Mas, em Joinville a coisa é diferente,
O preço das mini-obras é um tremendo devaneio.
Na Ottokar só pra iluminação,
gastou-se sete milhões, para fazer o projeto.
E no asfalto foi torrado dez milhões,
e não foi em um km, mas, em quatrocentos metros.
Todas essas “obras encharcadas” na cidade,
tem uma curiosidade, que não dá pra ignorar.
São todas obras da mesma secretaria,
e olha isso! Quem diria? Do famoso Men de Sá.
É um vulcão que tá quase explodindo,
é a fumaça subindo e a fogueira assando.
Nosso dinheiro tá sendo incinerado,
os indícios têm aumentado e o povo tá se lascando.
REFRÃO
Está cheirando mal, está fedendo bem.
Esse excesso de dinheiro tá beneficiando quem?
O povo quer saber, pra que tanto dinheiro.
Nessa balbúrdia que está,
Quem é que vai explicar, o nosso caos financeiro?
Quem é que vai bancar? Quem vai ser esse louco?
Quem vai emprestar dinheiro, pro alcaide jogar no fogo?
ESCRITA EM 05 DE NOVEMBRO DE 2024.
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quarta-feira, 30 de outubro de 2024
PARÓDIA – MAIS UMA PREMIAÇÃO FAKE_(2024)
Música original: A marreca (Banda Cavalinho)
Letra da Paródia e Interpretação: Piá Vividense
Joinville tá virando a cidade da mentira.
Mais uma premiação daquelas que ninguém suspira.
É tanto prêmio fake descartado na cidade.
Que tem gente pensando que essa mentira é verdade.
E ainda dizem…
Veja bem, veja só, que cidade bela.
Mais um prêmio pra esquecer nossa cidadela.
Veja bem, veja só, que cidade mil.
Mil vezes mentira, verdade será!
II
Cidade organizada e planejada, ninguém viu.
Pois eram os requisitos que o tal prêmio exigiu.
Nossa urbanização, mobilidade e infraestrutura
tá em sétimo lugar e o sete é número da mentira...
É outra mentira…
Nossos parques, nossas praças caindo aos pedaços.
Nossos rios poluídos tão só no bagaço.
A arborização urbana, só diminuiu.
Não sobreviveu, nem o Pau-brasil.
III
Nossa mobilidade não tem projetos decentes.
As nossas marginais, é tudo trecho intermitente.
As nossas ciclovias quase todas virtuais.
E só no Google mapas são completas e reais.
Mas pros ciclistas…
Onde está, onde foi, essa ciclovia?
Acabou, derreteu no meio da via.
Onde está, onde foi, como eu posso achar?
Na Rua dos Bobos, no sétimo andar.
IV
Nosso aeroporto o movimento da dó.
E no desempenho perde pro de Chapecó.
Pra maior cidade parece um galinheiro.
E a rodoviária é um enorme chiqueiro.
É vergonhoso…
O horário do zarcão é de hora em hora.
O transporte público é destaque na demora.
E o trem, quando vem, pára quatro horas.
Se o trem não travar, o prêmio não vem.
V
E o complexo rio cachoeira, está se obstruindo.
Pra navegar no rio só se for com um submarino.
Pois o barco do seu Sena, ainda tá trancado.
E o desenvolvimento sustentável premiado.
Que hipocrisia…
Não dá mais pra viver nessa pantomima.
Já não tem, onde por, mais troféu mentira.
Basta olhar pra enxergar, que não é real.
Essa premiação tá cheirando mal.
Essa premiação é fake total!
ESCRITA EM 29 DE OUTUBRO DE 2024.
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quarta-feira, 23 de outubro de 2024
PARÓDIA – LAMA, PÓ E ABANDONO_(2024)
Música original: Último cartucho (Véio Milongueiro)
Letra da Paródia e Interpretação: Piá Vividense
REFRÃO
As ruas de Joinville cada vez estão pior.
Quando chove vira lama, se não chove vira pó!
Virou um show de buracos que não dá mais pra aguentar.
Já tem buraco na fila esperando pra entrar.
I
Essa é a triste realidade, dessa administração.
Mais de seiscentos quilômetros sem pavimentação.
O povo não aguenta mais tanto buraco na rua.
Por mais que a patrola passa não existe nada que faça
que essa saga diminua.
REFRÃO
É chuva e muita lama, Se tem sol é muito pó.
E as ruas de Joinville cada vez ficam pior.
Só atendem empresários, e o povão só leva nó.
Como lá no Costa e Silva e na rua dos Bororós.
II
Não temos nenhum programa para pavimentação.
Até os paralelepípedos não tem manutenção.
A não ser no Vila Nova, que é outra situação.
Pavimentaram por lá somente pra cooptar
um vereador trairão.
REFRÃO
Prefeitura sem projetos, pras ruas pavimentar.
Mas, tem sempre um “projeitinho”, pro amiguinho alavancar.
É muita boa vontade, qualquer um se admira!
Lá não é nenhum pesque e pague, mas, tá cheio de traíras.
III
Esse foi o prefeitinho, que menos pavimentou.
Somente do Ottokar Doerffel, num pau brabo ele ganhou.
Acho até que isso explica, a mini duplicação.
Quase um ano asfaltando a avenida que leva
o nome do anfitrião.
REFRÃO
As ruas de Joinville, estão cheias de buracos.
Não se pode tomar leite antes de andar de zarco.
Pois o ônibus chacoalha e a coisa fica feia.
Esse leite agitado vai virar uma manteiga.
IV
Pista alta e pista baixa, remendada e com buracos.
Tá mesmo uma vergonha esse corredor do zarco.
Mas, também tem mais dois casos que já são terra sem dono.
O Nosso Parque Caieiras e o Parque Zoobotânico,
Largados ao abandono.
V
As ruas de Joinville estão mal pavimentadas.
E as áreas de lazer aos poucos abandonadas.
Quando colocam asfalto numa rua ou avenida.
Todos sabem que é de praxe, que a Águas de Joinville estrague
e ferre com a nossa vida.
REFRÃO
As ruas de Joinville cada vez estão pior.
Quando chove vira lama, se não chove vira pó!
Virou um show de buracos que não dá mais pra aguentar.
Já tem buraco na fila esperando pra entrar.
ESCRITA EM 22 DE OUTUBRO DE 2024.
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quarta-feira, 16 de outubro de 2024
PARÓDIA – PROMESSAS NÃO CUMPRIDAS_(2024)
Música original: Vou beber veneno (Gino e Geno)
Letra da Paródia e Interpretação: Piá Vividense
REFRÃO
Obra parada aqui, obra anunciada lá.
Prefeito começou, mas, parou e não quer andar.
Obrinhas corriqueiras ou só manutenção!
Serviços banais largados e sem conclusão.
É transmissão aqui, é outra LIVE lá.
É muito mi-mi-mi, nhém, nhém, nhém e blá, blá, blá.
É anúncio de obras e trolagens à beça.
No final das contas nunca cumpre a promessa.
I
Reuniu numa LIVE a “Equipe Enrolação”.
Dizendo que eles iam, tirar a fiação.
Que estava acumulando, nos postes da cidade.
E só ia deixar o que tivesse utilidade.
E a obra começou, fizeram 1%.
Foi o suficiente pra atingir seu intento.
Produzir conteúdo, pra enganar o povo.
E obra começada já estagnou de novo.
REFRÃO
Obra parada aqui, obra anunciada lá.
Prefeito começou, mas, parou e não quer andar.
É anúncio de obras e trolagens à beça.
No final das contas nunca cumpre a promessa.
II
Outra promessa foi, a arborização.
Foi mais uma blefada, outra decepção.
Meia dúzia de mudas, que vieram morrer.
E o que não morreu vai levar anos pra crescer.
No lugar das Palmeiras mortas, plantaram palmeirinhas
Na Rua das Palmeiras, um cartão de visitas.
Até na jardinagem, transborda incompetência.
Tem árvore adulta pra esse tipo de emergência.
REFRÃO
Obra parada aqui, obra anunciada lá.
Prefeito começou, mas, parou e não quer andar.
Tem palmeira adulta, tem tecnologia!
Mas, o prefeitão preferiu uma mudinha.
É transmissão aqui, é outra LIVE lá.
É muito mi-mi-mi, nhém, nhém, nhém e blá, blá, blá.
A arborização, também parou no tempo.
É outra promessa que acabou no relento.
III
O estacionamento, aquele rotativo.
Ainda nem licitaram, também foi esquecido.
As cidades vizinhas todas modernizadas.
E Joinville na idade da pedra lascada.
O comércio do centro, tá morto e parado.
Pois o estacionamento tá sempre ocupado.
O carro chega cedo e sai só quando dá.
Os clientes que chegam não tem onde estacionar.
REFRÃO
Carro parado aqui, carro parado lá.
Ninguém mais quer sair, pro outro estacionar
Estacionamento fixo e ainda é de graça!
Quem chegar primeiro é o dono dessa praça.(2X)
IV
Foi muito anunciado a tal da PPP,
Pra iluminação pública se manter.
Foi mais uma promessa, que já virou um furo.
Muitos locais ainda, permanecem no escuro.
Revitalização, também foi prometida.
Mas, quem anda no centro vê que foi esquecida.
Mendigos e ambulantes, trancaram a calçada.
Não existem vitrines, só as fachadas pichadas.
REFRÃO
Obra parada aqui, obra anunciada lá.
Prefeito começou, mas, parou e não quer andar.
Na Praça da Bandeira, Bandeira a meio pau!
É o sinal do Luto pelo abandono total.
É transmissão aqui, é outra LIVE lá.
Mas a manutenção tá bem longe de chegar!
Obras da Cidadela sem começo e sem fim.
Quem tá segurando a cidadela é os cupins.
Obra parada aqui, obra anunciada lá.
Prefeito começou, mas, parou e não quer andar.
É anúncio de obras e trolagens à beça.
No final das contas nunca cumpre a promessa.
ESCRITA EM 16 DE OUTUBRO DE 2024.
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O POVO VIU MAIS ESSA!
PARÓDIA – DESRESPEITO E SUCATEAMENTO CULTURAL DE JOINVILLE (2026)
PARÓDIA – DESRESPEITO E SUCATEAMENTO CULTURAL DE JOINVILLE (2026) Música: Tá tudo caro (Véio Milongueiro) Letra e interpretação: Piá Vividen...
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