PARÓDIA – VERDADES DO BRASIL_(2025)
Musica original: Verdades da Vida (Taviano e Tavares) Letra, Interpretação e Produção: Piá Vividense
PARÓDIA ESCRITA DIA 25 DE FEVEREIRO 2025
PARÓDIA – VERDADES DO BRASIL_(2025)
Musica original: Verdades da Vida (Taviano e Tavares) Letra, Interpretação e Produção: Piá Vividense
PARÓDIA ESCRITA DIA 25 DE FEVEREIRO 2025
PARÓDIA – PRIMEIRO VOCÊ COMEÇA, DEPOIS VOCÊ NÃO TERMINA_(2025)
Música original: Suspende a saideira (Teodoro e Sampaio)
Letra e Interpretação: Piá Vividense
REFRÃO
Quer saber a nova trend?
A gestão ensina. (3x)
Primeiro você começa.
Depois você não termina (3x)
I
Essa é a nova trend da administração.
Só tem início de obras, mas, nunca tem conclusão.
As obras do Rio Mathias ainda estão paradas.
Começou em 2014, e até agora nada!
E já fazem quatro anos dessa atual gestão.
Mas, AS cheias continuam sempre em maior proporção.
Só fizeram maquiagem e a tal rota de fuga.
Não resolvem o problema e dizem ao povo que fuja.
REFRÃO
Quer saber a nova trend?
A gestão ensina. (3x)
Primeiro você começa.
Depois você não termina (3x)
II
Começaram um projeto para avaliação.
Das obras do Rio Mathias e a sua situação.
O prazo de um ano e meio não foi o suficiente.
Prorrogaram pra três anos um trabalho que era urgente.
Não terminaram a drenagem e nem a avaliação.
Começa e não termina é a orientação.
Pra ficar dentro do prazo só adiando a data.
Começa a duplicar vias e nunca termina nada.
REFRÃO
Quer saber a nova trend?
A gestão ensina. (3x)
Primeiro você começa.
Depois você não termina (3x)
III
Na cidadela a obra de restauro suspirou.
Só uma caçamba de lixo foi tudo que ele tirou.
Santos Dumont e Ottokar começou a duplicação.
E as obras continuam sem prazo de conclusão.
A retirada de cabos que tanto foi anunciada.
Tiraram cinquenta metros e não fizeram mais nada.
Por toda nossa cidade tá cheio de obras paradas.
Primeiro você começa, depois não termina nada.
REFRÃO
Quer saber a nova trend?
A gestão ensina. (3x)
Primeiro você começa.
Depois você não termina (3x)
IV
Na Zona Sul falta água, quase todo o momento.
É mais uma obra iniciada sem nenhum planejamento.
Ao invés de construir uma estação de tratamento.
Fizeram só a adutora que só tá levando vento.
E a ponte do prédio verde e a sua ampliação.
Continua a mesma coisa, depois da demolição.
Tiraram o prédio verde e a ponte procrastina.
Primeiro a gestão começa e depois nunca termina!
Citamos sete exemplos de dezenas existentes.
Esse número combina com a gestão incompetente.
É o numero da trolagem é o número da mentira.
Dessa gestão que começa e que nunca mais termina!
REFRÃO
Quer saber a nova trend?
A gestão ensina. (3x)
Primeiro você começa.
Depois você não termina (3x)
PARÓDIA ESCRITA DIA 18 DE FEVEREIRO 2025
MÚSICA: É INEVITÁVEL
Composição de Sílvio Opeck (Piá Vividense)
Interpretação: Piá Vividense
REFRÃO
É inevitável! É inevitável!
A volta do Bonoro é inevitável.
O inelegível, o inominável.
Na verdade é… O inevitável!
Zombaram do cara, tiraram o cara.
Disseram que o cara não tinha perfil.
Tomaram na cara, por que o mesmo cara
Tá fazendo falta pro nosso Brasil.
Disseram que o mito, era esquisito.
Que o nosso país tava indo de ré.
Mas era mentira, mas, que ironia.
Pois na pandemia nóis tinha café.
Chegou o pixuleco, prometendo tudo.
O mundo e o fundo, com carne e cerveja!
Depois de dois anos tamo se lascando,
e até café tá faltando na mesa.
Subiu os impostos, subiu a inflação.
E a previsão é que vai piorar.
E o cara de pau falou pro povo pobre,
Que se tiver caro é só não comprar.
REFRÃO
É inevitável! É inevitável!
A volta do Bonoro é inevitável.
O inelegível, o inominável.
Na verdade é… O inevitável!
II
Zombaram o cara, tiraram o cara!
Disseram que o cara de nada sabia.
Tomaram na cara porque com o cara.
O Guedes mudou nossa economia.
Reduziu impostos, ICMS;
E ainda aumentou a arrecadação,
O Brasil abriu milhares de empresas,
e zerou as taxas de importação!
Chegou o Pixuleco e foi taxando tudo.
Tributo extinto ele ressuscitou.
Quer cobrar imposto até de cachorro.
Até com o PIX o zóio engordou!
Até os ministros e a dondoca janja.
Pra ir no banheiro vão de avião!
E quando estourou o preço da laranja.
Sugeriu pro povo chupar um limão!
REFRÃO
É inevitável! É inevitável!
A volta do Bonoro é inevitável.
O inelegível, o inominável.
Na verdade é… O inevitável!
MÚSICA ESCRITA DIA 07 DE FEVEREIRO DE 2025
PARÓDIA – CAIXA PRETA II (2025)
Música original: Chapéu de vaca (Xirú Missioneiro)
Letra da Paródia e Interpretação: Piá Vividense
Nossa cidade é uma caixinha de surpresa,
Mas o problema é que a tal caixa nunca abre.
E o que se esconde por detrás dessa caixinha.
O Joinvilense nunca soube e nunca sabe.
A caixa-preta já ficou bem popular.
Porém já temos a segunda caixa-preta.
E pelo andar da carruagem essa caixa.
Até a tampa tá entupida de mutreta.
É a PPP da nossa iluminação pública.
E a nossa Secretaria de Infraestrutura.
Que se tornaram uma caixa-preta II.
Com o aval total da nossa prefeitura.
II
A PPP da nossa iluminação.
Foi anunciada há quatro anos, atrás.
É um embrião gerado há cinquenta meses.
E desse parto ninguém se lembrava mais.
Meio bilhão é o montante parido,
Pra um contrato de vinte e dois anos, se fez.
Por esse cálculo a preços atuais
Vamos pagar dois milhões e cem mil por mês.
Já arrecadamos três milhões e seiscentos.
Pagando dois e cem, sobra um milhão e meio.
E a pergunta que o povo tá fazendo.
Pra onde é que tá indo esse dinheiro?
III
Alô Povão, a COSIP deve baixar!
Resta saber quem é que vai sair ganhando.
Se é o povo ou são os guardiões da caixa preta
Não se distraia fique atento e perguntando.
Diversas ruas e praças tão no escuro.
A área central tá sombria e assombrada.
Só o turismo de gente sem ocupação.
Segue crescendo e o prefeito não faz nada.
Esse cenário de gente desocupada.
Traz a preocupação que isso ainda piore.
Mais Joinville é feita de gente guerreira.
E esperança é que a cidade melhore!
IV
E a Águas de Joinville arrecadou mais
Trezentos e sessenta milhões indevidamente.
E o MP fez um acordo pra gastar!
Em melhoria de praças e saneamento.
São dez milhões pra serem gastos em seis anos.
Nem carro e moto se parcela em tanto tempo.
Setenta e duas vezes só pra arrumar praça.
E 350 milhões em obras de saneamento
Tanto dinheiro sem resultado efetivo.
O que importa é a batida do martelo.
É a narrativa que as coisas tão indo bem.
É o marketing desse governo incompetente.
ESCRITA EM 04 DE FEVEREIRO DE 2025.
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PARÓDIA – DE COSTAS PARA O RIO CACHOEIRA (2025)
Música original: Ferro Velho (Véio Milongueiro)
Letra da Paródia e Interpretação: Piá Vividense
I
A cidade de Joinville desde a colonização,
Ficou de costas pro mar em sua evolução.
Deixaram na retaguarda nossa Baía costeira.
E quem garantiu o acesso, ao Barco Colon e ao progresso.
Foi o Rio Cachoeira.
Normalmente as cidades ficam de frente pro mar,
Mas Joinville deu as costas e foi se emancipar.
Espinheiros e Vigorelli, ficaram na nossa Praia.
E o Rio Cachoeira se tornou o nosso centro
em toda essa empreitada.
REFRÃO
Porém agora o Rio Cachoeira,
tá esquecido em meio a selfies e flores.
Já foi o propulsor da colonização,
E hoje virou entulho, nesse circo de horrores.
Até o prefeito de Joinville,
em entrevista confessou e admitiu.
Que administração pro rio virou as costas,
mas, na verdade foi ele quem deu as costas pro Rio.
II
Não moveu nenhuma palha, pra fazer uma dragagem.
E existe licença prévia, dando viabilidade.
A licença é conhecida e ele sabe muito bem.
Mas, o nauta tá de costas e de ouvidos fechados
pra não escutar ninguém.
Um muro desmoronou na frente da prefeitura,
enchendo o canal do rio, de barro e de entulho.
A drenagem do Mathias também foi abandonada.
O entulho tá no rio e as obras de drenagem,
nunca mais fizeram nada.
REFRÃO
E o prédio verde, foi demolido.
Porém o vão da ponte não foi alargado.
Na ponte Aubé aterrou cinquenta por cento.
Deixando o canal do rio, muito mais estrangulado.
Não faz dragagem, mas, faz pracinha.
Não tira entulho e planta florzinha na margem.
É o famoso “tapar o sol com a peneira.”
É a saga do Cachoeira, descaso e picaretagem.
III
Lá na ponte da Nacar o rio também foi aterrado.
Mas foi ainda pior do que o primeiro caso.
Porque a ponte impediu a navegabilidade.
Trancou o barco do seu Sena,
e de outros pescadores aqui da nossa cidade.
De costas pro Rio Cachoeira, ninguém vê o esgoto in natura.
Que a caixa-preta despeja, com a bênção da prefeitura.
Descartam produtos químicos, e todo mundo tá vendo.
Esgoto a céu aberto já virou até projeto,
e tá na praça do centro!
REFRÃO
Ninguém comenta, nem fiscaliza.
O esgoto na micro-bacia do Mathias.
Rio Morro Alto vive cheio de entulho,
Mas, as costas do orgulho não vê essa anomalia.
O Rio Cachoeira é Joinvilense,
Nasce em Joinville e em Joinville deságua.
Se ele é a cara da administração,
Fica claro que a gestão tá precisando uma draga.
ESCRITA EM 29 DE JANEIRO DE 2025.
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PARÓDIA – DESRESPEITO E SUCATEAMENTO CULTURAL DE JOINVILLE (2026) Música: Tá tudo caro (Véio Milongueiro) Letra e interpretação: Piá Vividen...