quarta-feira, 12 de novembro de 2025

PARÓDIA – A CIDADELA CULTURAL_(2025)

 
PARÓDIA – A CIDADELA CULTURAL_(2025)
Música original: (Os três xirus – O Gringo e a bocha)
Letra e interpretação: Piá Vividense


I
Vamos falar da Cidadela cultural.
Que há tempos foi esquecida, pela gestão atual.
Um patrimônio carregado de história.
Que aos poucos estão tentando apagar da memória.
E começou ainda no século dezenove,
No ano da proclamação da república, em 1889.
Foi fundada a cervejaria Tiede,
Um marco cultural na história de Joinville.

Mudou o nome pra cervejaria catharinense.
E Companhia Antártica Paulista, foi mudado novamente.
Foi um sucesso cervejeiro aqui do Sul,
E no Brasil fez a melhor cerveja a faixa azul.
Fechou as portas no ano noventa e cinco.
E em 2001 foi adquirida pelo prefeito Luís Henrique.
Pra transformá-la em cidadela cultural
E manter viva a memória desse orgulho nacional.
REFRÃO
Mas só tem um problema, que ainda perdura.
É o descaso total dessa nossa prefeitura.
Não cuida do patrimônio e muito menos da cultura.
E a Cidadela tá podre por causa da prefeitura!
II
Mesmo assim dois mil e dez foi marcado.
Pois todo esse patrimônio nesse ano foi tombado.
Toda estrutura que forma esse complexo.
Os famosos poços de água e também todos os prédios.
Foi desses poços da Rua Padre Anchieta,
A água que garantiu o sucesso da cerveja.
E a Cidadela que era orgulho Nacional,
Hoje virou um descaso e vergonha internacional!
REFRÃO
Mas só tem uma pergunta, que ainda perdura.
Qual é o real interesse dessa nossa prefeitura?
Não cuida do patrimônio e muito menos da cultura.
E a Cidadela tá podre por causa da prefeitura!
III
De lá pra cá, tudo isso foi esquecido.
E a memória cultural está na lata de lixo.
Tudo em ruínas e ainda teve um incêndio.
E essa administração não moveu sequer um dedo.
A má vontade e falta de compromisso,
Com o ministério público e com a nossa justiça.
Ignorando todas recomendações
Torcendo que caia pra usar as locações.

Enquanto isso o nosso dinheiro sofrido,
Está sendo usado pra custear Pão e Circo.
Festas medíocres pra manter o povo entretido.
E compulsoriamente o legado sendo esquecido.
Já tão falando na abertura do Natal!
Mas, não ousam lembrar da Cidadela Cultural.
Tanto dinheiro pra ofuscar a cultura
E a Cidadela tá podre por causa da prefeitura.
REFRÃO
É circo e pão, é pão e circo!
Milhões gastos em festinhas, pra manter o povo entretido!
Nossa memória pra eles não é cultura.
E a Cidadela tá podre por causa da prefeitura!


ESCRITA DIA 12 DE NOVEMBRO DE 2025




quarta-feira, 5 de novembro de 2025

PARÓDIA – NARRATIVAS E MENTIRAS DA NOSSA PREFEITURA_(2025)

PARÓDIA – NARRATIVAS E MENTIRAS DA NOSSA PREFEITURA_(2025)
Música original: (Deco Dalponte – Dolce tarantela)
Letra e interpretação: Piá Vividense

I
Essa nossa prefeitura, Mente e inventa demais!
Promete o mundo e o fundo. Mas, o que promete não faz.
Prometeu tirar a fiação velha, chamou até o governador,
E até o presidente da Celesc, mas, foi só isso e a cena acabou.
REFRÃO
Mente, mente, mente, mente, mente, que dá pena.
Toda narrativa vem de brinde uma cena.
Promete, promete, porém, nada se sustenta.
Não acaba nada e a cidade se arrebenta.
Mente, mente, mente que o nariz tá esticando.
Tá crescendo tanto que parece tucano.
Foi mentir na Europa e já tem gente falando.
Que até pra entrar no avião, o nariz tá atrapalhando!
II
Já fecharam o contrato, da PPP de meio bilhão.
Com um prazo de vinte e dois anos, da nossa iluminação.
Pros netos do Men de Sá, não passar por privação.
Enquanto isso a nossa cidade, segue na escuridão!

E o Palhaço das orquídeas, o novo cartão-postal!
Também já está parado, na nossa zona rural.
A Ponte Joinville atrasada o prazo já estourou
E a prefeitura escondendo, que o dinheiro acabou.
REFRÃO
Mente, mente, mente, mente, mente, que dá pena.
Toda narrativa vem de brinde uma cena.
Promete, promete, porém, nada se sustenta.
Não acaba nada e a cidade se arrebenta.
Mente, mente, mente que a ponte está dia.
Que tá tudo certo no Palhaço das Orquídeas.
Faz encenação, stories, cria narrativas.
E Joinville segue sem orquídeas.
III
A Drenagem do Mathias, foi parada por completo.
Vários pontos de esgoto, lá na praça foi aberto.
Cinco anos se passaram e continua parada.
Pelo andar da carruagem ninguém vai fazer mais nada.

E a nossa Cidadela, quando será restaurada?
Pelo jeito só depois que reconstruírem Gaza.
Até hoje só tiraram uma caçamba de lixo.
Mas tem sempre a narrativa de trabalho e compromisso!
REFRÃO
Mente, mente, mente, mente, mente, que dá pena.
Toda narrativa vem de brinde uma cena.
Promete, promete, porém, nada se sustenta.
Não acaba nada e a cidade se arrebenta.
Mente, mente que a rota de fuga é um sucesso!
Que a Cidadela vai ter um lindo projeto.
Faz encenação, stories, cria narrativas.
E Joinville segue na mentira.
IV
E o projeto aluno guia, que há pouco foi tão anunciado.
É mais um show da mentira, pro povo ficar animado.
Eram mais de cinquenta escolas que o projeto atendia.
Hoje serão apenas duas, pra endossar a narrativa.

Mente, mente, mente, pra inflar o próprio ego.
Cria narrativa pensando que o povo é cego.
Diz que o projeto aluno guia tá de volta.
Mas, não diz que é só em duas escolas.
Nossa prefeitura é um instituto da mentira.
Virou expert em fazer pirotecnia.
Faz encenação, stories, cria narrativas.
E Joinville segue na mentira.

ESCRITA DIA 05 DE NOVEMBRO DE 2025






terça-feira, 28 de outubro de 2025

PARÓDIA – O PLANO “AVIÁRIO”_(2025)

PARÓDIA – O PLANO “AVIÁRIO”_(2025)
Música original: (Consertando bunda– Os três Xirus)
Letra e interpretação: Piá Vividense

O trânsito em Joinville continua estagnado.
Ninguém consegue andar, tá cada vez mais parado.
Projeto de melhoria? nem se pedir “por favor!”.
Pra quem tem agenda cheia, todo dia é um horror!
E jé tem gente falando em comprar carro voador.


É a única saída, e, já tem pra quem quiser. 
Tem modelo americano e até da EMBRAER.
Se nas ruas e avenidas o trânsito é precário.
Com caranga voadora dá pra chegar no horário.
E já podem ir projetando o nosso PLANO AVIÁRIO!

É um bom negócio pro nosso grupo empresário.
Vender carro voador no ramo concessionário.
É só voando pra não atrasar no trabalho.
Então podem projetar o nosso PLANO AVIÁRIO!
II
É um desastre completo essa administração.
Não concluiu até hoje nenhuma duplicação.
O projeto Beira mangue há tempos foi descartado.
Não fizeram uma trincheira, muito menos elevados.
Mesmo vendo todo dia o trânsito congestionado.


Não tem central semafórica e nem sincronização.
E os semáforos compõe a cena de confusão.
Ainda tem as barreiras e cones por toda parte.
E pardais monitorando e multando a cidade.
E os guardas na tocaia com bloquinho e bacamarte.

E no centrão não dá pra estacionar.
São apenas duas mil vagas que podem rotacionar.
E quem não quer se incomodar.
É só ir de madrugada pra conseguir um lugar.
III
E nessa MALHA AVIÁRIA falta pavimentação.
São centenas de Kms de buraco e frustração.
Já tem buraco tão grande, que quando chove um bocado.
Vira um enorme açude, que dá pra passar a nado.
Mas se não souber nadar, pode morrer afogado.


A ponte de Joinville continua atrasada.
Mas, como as que já estão prontas, não vai mudar quase nada.
No transporte coletivo bradaram de Norte a Sul,
Que teria uma mudança que era “boa pra chuchu!”
   O Zarcão que era amarelo, agora vai ser azul!
IV
Com essa grande mudança está tudo resolvido.
Mas a rua ainda tá cheia e o corredor vazio.
Daí vem as pinturinhas por quase todas as ruas
E a cidade inteligente, escancara o quanto é burra.
Se entrar no ringue com Ampére, Joinville leva uma surra.


E aquelas rotatórias, as famosas ovo frito.
Acho que o nosso prefeito, acha que aquilo é bonito.
Além de ser muito feia, não é melhor que elevado.
É a desculpa perfeita de quem ficou no passado.
E enxerga Joinville como um mero povoado.

Assim não dá, já somos retardatários!
O negócio é implantar o nosso PLANO AVIÁRIO.
É só voando pra não atrasar no trabalho.
Então podem projetar o nosso PLANO AVIÁRIO!
V
O circuito do marreco lá na entrada da cidade.
É um projeto tão ruim que nem parece verdade. 
Não resolveu o problema, só mudou o panorama.
E o trânsito continua travado no mesmo drama.
Esse é o tipo de serviço que o engenheiro come grama.

Lá na rua Florianópolis com a Monsenhor Gercino.
Tão projetando um binário, no mesmo modus enganandus.
O projeto segue a risca a todos implementados.
Gera muita propaganda e bem pouco resultado.
O trânsito não melhora e continua parado.

Assim não dá, a rua tá um horror.
Pra andar em Joinville só com carro voador.
É só voando pra não atrasar no trabalho.
Então podem projetar o nosso PLANO AVIÁRIO!


ESCRITA DIA 28 DE OUTUBRO DE 2025







quarta-feira, 22 de outubro de 2025

PARÓDIA – JÁ ERA, JÁ FOI, JÁ TINHA_(2025)

PARÓDIA – JÁ ERA, JÁ FOI, JÁ TINHA_(2025)
Música original: (Barril de Chopp – Os três Xirus)
Letra e interpretação: Piá Vividense

Joinville JÁ FOI, JÁ ERA E JÁ TINHA!
FOI Cidade das Flores, foi cidade florida.
JÁ TINHA um viveiro e até secretaria,
Com mudas e equipes pra cidade manter.
Mas, hoje, só existe o trem da alegria,
Cabide de emprego, funcionário às pilhas!
Abandonaram até o Palhaço das Orquídeas.
E o trem da alegria cada vez enche mais!

Joinville TINHA árvores e flores!
Joinville ERA a Cidade das Flores.
Mas, tudo que é bom se vai.
E isso tudo não tem mais.
Secretaria de serviços públicos,
Não existe mais acabaram com tudo.
Exterminaram as fundações,
Aumentaram as contratações.

TINHA A FUNDAMAS, 
Pra mão de obra treinar!
A FUNDAÇÃO 25 DE JULHO, 
É um legado deixado pra trás.
Tínhamos a AMAE, pro saneamento regular.
TINHA O PARQUE ZOOBOTÂNICO
Que dava gosto visitar!
II
Joinville já ERA tudo isso e muito mais,
Pois conservava as redes de águas pluviais.
Agora a drenagem está abandonada,
E a ARIS que regula, não fiscaliza nada.
Joinville já TINHA um rio navegável,
Mas, hoje o que nos resta, é a praia do Alcaide.
O Cachoeira JÁ FOI um rio despoluído,
E agora tá imundo, e precisa dragar!

TINHA abrigos de ônibus bem cuidados.
Pontos modernos e iluminados.
Mas, hoje em dia não tem mais,
Só arapucas marginais!
TINHA estacionamento rotativo!
Hoje no centro é tudo entupido.
E quem quiser estacionar.
De madrugada tem lugar.

Joinville TINHA um time na série A.
Oito vezes seguida FOI campeão estadual!
Já FEZ a melhor cerveja, em nível nacional.
Lá na Cidadela Antártica, nosso escombro cultural!
III
Joinville JÁ TINHA a nossa Fenachopp
Feita na Expoville, com milhares de pessoas.
Virou uma festinha, às margens da estrada
Uma festa de multas, para arrecadar.
Joinville JÁ TINHA uma câmara de vereadores.
Que eram atuantes pra cidade crescer!
Mas, hoje o parlamento mudou a posição
e virou um cartório de homologação!

TINHA um aeroporto, hoje tem um galinheiro!
Pra voar até Floripa, tem que ir em Curitiba primeiro.
TINHA uma faculdade pros jogos do JASC arbitrar.
Hoje não tem capacidade, dos jogos abertos sediar!

Joinville JÁ FOI a cidade das bicicletas.
Na área industrial JÁ foi nossa Manchester.
JÁ FOI e JÁ ERA, JÁ TINHA e um dia JÁ FEZ.
Já está mais que na hora de repetir tudo outra   vez!


ESCRITA DIA 22 DE OUTUBRO DE 2025

quarta-feira, 15 de outubro de 2025

PARÓDIA – FESTAS E FESTINHAS_(2025)

PARÓDIA – FESTAS E FESTINHAS_(2025)
Música original: (Site do Alemão – Os três xirus)
Letra e interpretação: Piá Vividense

I
Mês de outubro tem a Oktoberfest.
E Blumenau tem festa quase o mês inteiro.
Quarenta anos e milhares de turistas.
É tanta gente que parece um formigueiro.
No parque enorme constam cinco pavilhões.
Reuniu duzentos mil, só no fim de semana.
A área tem quarenta mil metros quadrados.
E adequados pra suprir essa demanda.
    Só no galegão, o galpão principal!
    Tem quatro mil metros quadrados de área total.
REFRÃO
    São as festas, grandes festas e as festinhas,
    Festas bonitas, festas feiinhas.
    São as festas, grandes festas e as festinhas,
    Festas brilhantes e apagadinhas.
Festas gigantes, relevantes, 
Tradicionais e constantes 
Assim como a grande Oktoberfest.
Centralizada, estruturada, 
Organizada, atraente e renomada 
Como o figurino pede!
    São as festas, grandes festas e as festinhas,
    festas bonitas, festas feiinhas.
E em Joinville as nossas festas não crescem. 
Por anos ficam sumidas, só depois reaparecem.
E nesse tempo perdem o espaço que tinham.
E o que outrora era um festão, 
vira mais uma festinha!
II
Em Joinville tem festinha de Natal.
Festa de Páscoa e a Festinha Junina.
Feitas na Praça e na Avenida Beira Rio.
Com Pisca-pisca, pescaria e coelhinho.
O ponto alto da festa do coelhinho 
foi a enchente bem no centro da cidade.
E a pescaria na festinha de São João.
Foi realizada lá na Praia do Alcaide.
    E o Ápice da festa de natal.
    É o buraco do Natal e todos sabem!
REFRÃO
    São as festas, grandes festas e as festinhas,
    Festas bonitas, festas feiinhas.
    São as festas, grandes festas e as festinhas,
    Festas brilhantes e apagadinhas.
Festas gigantes, relevantes, 
Tradicionais e constantes 
Assim como a grande Oktoberfest.
Centralizada, estruturada, 
Organizada, atraente e renomada 
Como o figurino pede!
    São as festas, grandes festas e as festinhas,
    festas bonitas, festas feiinhas.
E em Joinville as nossas festas não crescem. 
Por anos ficam sumidas, só depois reaparecem.
E nesse tempo perdem o espaço que tinham.
E o que outrora era um festão, 
se transforma em festinha!
III
Em Joinville a Fenachopp tá de volta, 
O que incomoda é a falta de estrutura.
Pois Blumenau tem a tal Vila Germânica.
Um show de espaços pra celebrar a cultura.
Se o retorno da Fenachopp é louvável.
A locação foi de festinha improvisada,
Não tem espaço nem pra estacionamento.
E o povão estacionou no acostamento.
    A polícia multou o Fritz e a Frida!
    Se for beber não estacione na rodovia.
REFRÃO
    São as festas, grandes festas e as festinhas,
    Festas bonitas, festas feiinhas.
    São as festas, grandes festas e as festinhas,
    Festas brilhantes e apagadinhas.
Festas gigantes, relevantes, 
Tradicionais e constantes 
Assim como a grande Oktoberfest.
Centralizada, estruturada, 
Organizada, atraente e renomada 
Como o figurino pede!
    São as festas, grandes festas e as festinhas,
    festas bonitas, festas feiinhas.
E em Joinville as nossas festas não crescem. 
Por anos ficam sumidas, só depois reaparecem.
E nesse tempo perdem o espaço que tinham.
E o que outrora era um festão, 
se transforma em festinha!
IV
Enquanto isso a Cidadela Cultural.
É um espaço que está sendo destruído.
Ela seria a estrutura ideal.
Pra cultura Fenachop ser promovida.
Centralizado, espaçoso e simbólico.
Lugar histórico onde chopp era produzido.
Mas, tá largada como a nossa cultura.
É um legado aos poucos sendo esquecido.
    Foram lá em Pirabeiraba realizar
    A Fenachop num histórico clube de tiro!
REFRÃO
    São as festas, grandes festas e as festinhas,
    Festas bonitas, festas feiinhas.
    São as festas, grandes festas e as festinhas,
    Festas brilhantes e apagadinhas.
Festas gigantes, relevantes, 
Tradicionais e constantes 
Assim como a grande Oktoberfest.
Centralizada, estruturada, 
Organizada, atraente e renomada 
Como o figurino pede!
    São as festas, grandes festas e as festinhas,
    festas bonitas, festas feiinhas.
E em Joinville as nossas festas não crescem. 
Por anos ficam sumidas, só depois reaparecem.
E nesse tempo perdem o espaço que tinham.
E o que outrora era um festão, 
se transforma em festinha!


ESCRITA DIA 15 DE OUTUBRO DE 2025



terça-feira, 7 de outubro de 2025

PARÓDIA – ADUTORA SECA, TERMINAL ALAGADO_(2025)

PARÓDIA – ADUTORA SECA, TERMINAL ALAGADO_(2025)
Música original: (Melo do rolo – Os Montanari)
Letra e interpretação: Piá Vividense


I
A água em Joinville, virou a casa da sogra! 
Onde é preciso falta e onde não precisa sobra.
O povo é quem paga e o prefeito só esnoba.
Na adutora seca gastou cinquenta milhões!

E a água? Onde está? Será que foi pro “Sulzão”…? (Sul)
REFRÃO
Onde precisa de água não tem água, não senhor!
E aonde não precisa a água já inundou!
Não tem água na adutora e não tem nem estação.
E aonde não precisa tá cheio de inundação!

Deixaram a zona sul de novo sem solução!
E pegar água de rio podre é a nova previsão.

REFRÃO
Onde precisa de água não tem água, não senhor!
E aonde não precisa a água já inundou!
II
A cidade das Flores virou cidade das poças.
Ruas esburacadas que não passa nem carroça.
Centenas de quilômetros e poças cheias de água.
Ruas alagadas nos bairros e no centrão!

Olha lá! O terminal! Cheio de água prefeitão.
REFRÃO
Onde precisa de água não tem água, não senhor!
E aonde não precisa a água já inundou!
Os bebedouros do NOVO, são uma decepção.
Não tem água, não tem nada é só pra decoração!

E no terminal urbano é constante o alagamento.
Parece que a prefeitura quer um porto bem no centro!
REFRÃO
Onde precisa de água não tem água, não senhor!
E o terminal das capivaras a água já inundou!
III
Tem outro lugar onde não precisa de água.
É fábrica de dengue na cidadela Antártica.
É uma parceria com a fábrica do Wolbachia.
Uma produz o fato e a outra a opinião!                       

Mosquitin… mosquitão… olha a dengue prefeitão!
REFRÃO
Onde precisa de água não tem água, não senhor!
Mas, na fábrica de dengue a água já inundou!
E na Praça da bandeira o prefeito inaugurou.
Sua praia de esgoto com carinho e com amor!

E o tal Parque das Águas, não tem água não senhor!
Virou a praça da poça, que desastre, que horror!
REFRÃO
Onde precisa de água não tem água, não senhor!
E aonde não precisa a água já inundou! (2X)




ESCRITA DIA 07 DE OUTUBRO DE 2025

terça-feira, 30 de setembro de 2025

PARÓDIA – O JEITO NOVO DE FAZER POLÍTICA VELHA_(2025)

PARÓDIA – O JEITO NOVO DE FAZER POLÍTICA VELHA_(2025)
Música original: (Baile da cuca – Véio Milongueiro)
Letra e interpretação: Piá Vividense

I
Joinville foi trolada, engambelaram o povo!
Com aquela velha história que ia ser tudo NOVO
O prefeito viaja muito, mas, trabalha muito pouco.
E a solução esperada se transformou num estorvo!

A cidade tá vivendo um show de estupidez.
Prefeitura paga caro pra mostrar o que não fez.
Prefeito torra dinheiro, pra inchar o próprio ego.
E cidade de Joinville mergulhou num ponto cego.

Aonde é que foi? Quem é que viu?
Nossa Joinville tá sumindo do Brasil!
Sumiu do ranking e também sumiu das pesquisas.
Nossa cidade está desaparecida!
II
E no ranking das cidades chamadas inteligentes.
Fica claro o resultado da gestão incompetente.
Entre as vinte do Brasil Joinville está ausente.
E entre as dez do Sul também não está presente.

A falta de inteligência não é surpresa pra gente.
Quem é que enche de placas, pra resolver as enchentes?
Floripa e Criciúma, Blumenau e Chapecó.
Têm a gestão bem melhor e no ranking estão presentes.

E Joinville? Onde é que tá?
Tá patinando sempre no mesmo lugar.
Como é que faz pra Joinville ir pra frente?
Só com políticas novas e inteligentes!
III
Pra resolver o problema o prefeito tomou nota.
E comprou logo a passagem pra ir mentir pra Europa.
E a nossa vice prefeita também já entrou na onda.
Ela vai mentir em Londres e ele em Barcelona!

O prefeito tá levando nosso amigo orelhudo.
Pra enrolar os europeus sobre os passeios públicos.
Enquanto a vice prefeita, vai falar sobre turismo.
Como faz um zoobotânico só de gaiolas sem bichos.

É um turismo, é um passeio!
É um teatro pra gastar nosso dinheiro.
É mais mentiras pra fazer publicidade.
Mas, nunca mostram a nossa realidade!

IV
Quem assume a prefeitura, durante o tal recesso!
É o presidente da câmara, o puxa saco confesso.
O chefe do “passa tudo”, que o prefeito aponta.
Pro povo de Joinville, depois acertar a conta.

Já dizem quem em quinze dias, ele vai dar solução.
A ponte de Joinville e pra iluminação.
Na defesa do prefeito já está de prontidão.
E as fake news da Europa, vai dar em primeira mão.

É tudo velho, com jeito novo.
São quinze dias de autopromoção pro povo.
É a velha troca de favores militantes.
Tu “passa tudo” e eu te ponho no palanque
V
E nessa NOVA bagunça de muita publicidade.
As capivaras tomaram conta da nossa cidade.
Já tem duas no concurso para fiscalização.
E duas são candidatas pra próxima eleição.

Enquanto isso o NOVO propaga antiguidades.
Desenha bases de asfalto, como sendo novidade.
Cria Siglas e trejeitos, pra dar justificativa.
Do porque pararam as obras da drenagem do Mathias.

Base de asfalto? E o “PLACON”?
São narrativas pra trolar o cidadão.
Não justificam a demora das obrinhas!
E só as placas pra evitar a inundação.

É o novo VELHO! É o velho NOVO!
E como sempre que se lasca é o povo.
É a propaganda, pra disseminar mentira.
E o Jeito NOVO de fazer a velha política!


ESCRITA DIA 30 DE SETEMBRO DE 2025



O POVO VIU MAIS ESSA!

PARÓDIA – DESRESPEITO E SUCATEAMENTO CULTURAL DE JOINVILLE (2026)

PARÓDIA – DESRESPEITO E SUCATEAMENTO CULTURAL DE JOINVILLE (2026) Música: Tá tudo caro (Véio Milongueiro) Letra e interpretação: Piá Vividen...