terça-feira, 17 de junho de 2025

PARÓDIA – IGNORADO, ASSOREADO E ATERRADO_(2025)

PARÓDIA – IGNORADO, ASSOREADO E ATERRADO_(2025)
Música original: Chapéu de vaca (Xirú Missioneiro)
Letra e Interpretação: Piá Vividense

O Rio Cachoeira é o rio joinvilense.
Por aqui nasce e aqui mesmo deságua.
É lá no bairro Costa e Silva que ele nasce.
E na Lagoa Saguaçu que ele acaba.
Por ele vieram os primeiros imigrantes,
E o desembarque deles foi ali no centro.
Perto da barca em frente à prefeitura.
Onde pra eles foi feito um monumento.

Tinha até porto e muita navegação.
No antigo cais Joinville era abastecida.
Ali chegavam os produtos importados.
E os exportados pelo rio era a saída.
II
Perto do rio também tava estabelecido.
O nosso antigo mercado municipal.
Um patrimônio que há tempo foi demolido.
E construído o mercado atual.
Bem ao contrário de outros mercados públicos.
Com um estilo germânico falsificado.
Já não condiz com a cidade de Joinville.
Perto do rio é estranho e acanhado!

Se antes era um ponto de agricultores.
E os pescadores vendiam o seu pescado.
Hoje retrata apenas um ponto de encontro.
Que não define seu valor e seu legado.
III
O Rio Cachoeira outrora movimentado.
Tá assoreado e sem navegabilidade.
Tá maltratado, poluído e esquecido.
Até parece que nem é dessa cidade.
Ignorado, assoreado e aterrado!
Falta limpeza, cuidado e manutenção.
Falta dragagem de porte em todo o seu curso.
Pra resolver a cheia e a inundação.

Uma dragagem profunda e competente.
É a solução pra esgotar essa aguaceira.
Pra ter de novo, navegação e esportes.
E aquela vida que tinha o Rio Cachoeira.
IV
Foi aterrado lá na ponte do vovô!
E na Nacar aterraram o afluente.
Nos dois lugares teve o leito estreitado.
E reduzido o rio em cinquenta por cento.
No Prédio verde em frente ao Tenis clube.
O Rio Cachoeira tem um estrangulamento.
Tiraram o prédio, porém, plantaram florzinhas.
E até hoje não teve alargamento.
V
E a drenagem e obras do Rio Mathias.
Estão paradas sem previsão de começo.
E o Men de Sá disse não ser prioridade.
E na verdade não se tem nenhum apreço.
Mas, em vez disso fizeram rotas de fuga!
Porém as cheias no centro seguem constantes.
Então a ideia genial dessa gestão.
Foi colocar árvores em vasos flutuantes.

E Joinville continua como sempre.
Uma vez teve, já era, já foi outrora.
E o Rio Cachoeira pra voltar ser o que foi.
Essa dragagem tem que começar agora!
VI
No antigo cais querem fazer mais um projeto.
Chamado Parque Linear do Cachoeira.
Um projetinho mequetrefe e sem vergonha.
Pra sobrepor quase uma história inteira.
Esse tal parque, que, de parque não tem nada.
Não lembra a história e nem a nossa tradição.
E em vez de honrar personagens imperiais.
Vai ter o nome dos parentes da gestão.

O antigo cais homenageia o Conde D’eu.
E mantém vivo um histórico centenário.
Mas, o tapume de cem metros em construção.
Vai ter o nome do papai do secretário.

É desse jeito que a cidade vai vivendo.
E o Rio Cachoeira é um exemplo escancarado.
Está sumindo, maltratado e poluído.
Ignorado, assoreado e aterrado!


ESCRITA DIA 17 DE JUNHO DE 2025

segunda-feira, 16 de junho de 2025

PARÓDIA – EU TAMBÉM VOU DENUNCIAR_ (2025)

 
PARÓDIA – EU TAMBÉM VOU DENUNCIAR_ (2025)
Música original: Os dez mandamentos do amor (Eduardo Costa)
Letra e Interpretação: Piá Vividense


Mas é que agora verdade e protesto
Vira inquérito, prisão e processo.
E o cidadão não pode reclamar!
Censura regulamentada
É a busca mais que desesperada,
Pra mordaça legal institucionalizar.
Planejaram o 8 de janeiro
E o golpe trapaceiro
Só pro Bolsonaro não voltar

Na televisão a velha mídia
Dissemina o whatsapp canalha da suprema corte,
Riem e falam dessa justiça imparcial.
Amazônia tá queimando.
A inflação só aumentando
Mas pra eles tá tudo normal
Ninguém foi preso, ou intimado
Pelo rombo no aposento
e na Previdência social.

Duas mentiras se misturam
A narrativa do golpe
E o crescimento da nação
Velha mídia faz malabarismo cafajeste
Pra romantizar
A situação!
Na TV tem uma chata
Mentindo que os brasileiros
Querem mais imposto e inflação.

Olho os ministros do supremo
Que vasculham nossas vidas
Só pra forjar a nossa condenação!
No smartphone a ditadura
diz que democracia e censura
são definidas apenas por quem dá a opinião!
Mentiras a lá minuta
Nessa corte absoluta
Valem mais que a Constituição.

Enquanto isso o governo impede
que investiguem o INSS
pra proteger o sindicato do irmão.
Quer confrontar o próprio Trump
condenar o Elon Musk,
das violações feitas pelo Xandão!
Enquanto o pixuleco chora,
A Justiça Americana
Colhe provas pra intimação.

E as dúvidas prosseguem sempre as mesmas
E a anistia? E a justiça? Quem amanhã preso será?
O Eduardo? A Zambelli?
ou a filha do Sid
Que não fugiu pelo Panamá?
O Brasil de fato, ignorado
cheio de pessoas
Que eu sei que nunca irão se calar

Porque é impossível ver tudo isso acontecendo
e ter a capacidade de ser um covarde
Se fingir de cego e só lamentar.
Mas eu não vou fugir da luta
E essa geração corrupta
Eu também vou denunciar!
ESCRITA DIA 10 DE JUNHO DE 2025

quarta-feira, 11 de junho de 2025

PARÓDIA – AS SETE MARAVILHAS DE JOINVILLE_(2025)

PARÓDIA – AS SETE MARAVILHAS DE JOINVILLE_(2025)
Música original: Os dez mandamentos do amor (Eduardo Costa)
Letra e Interpretação: Piá Vividense

REFRÃO
As sete maravilhas de Joinville.
Que a prefeitura não quer mostrar.
Tá tudo esquecido, tá tudo caindo.
Mas, a gestão nem pensa em reformar.
As sete maravilhas de Joinville.
Para o Joinvilense visitar.
Pode ir nas sete, pode fazer selfie.
E põe no instagram pra divulgar.
I
A Cidadela é a PRIMEIRA maravilha.
Pra esse tour que o prefeito não dissemina.
Patrimônio tombado histórico e cultural.
E tá tombando pelo descaso total.
E a SEGUNDA é a ponte do paraíso.
Mas o prefeito não botou no aplicativo.
A tal ponte do inferno não é um bom atrativo
Pro Gassenfert que gaba tanto o turismo.
O Micodemus é a TERCEIRA MARAVILHA.
Mas, se eu contar quase ninguém acredita.
O prefeito tá comprando essa ruína.
Há onze anos nossa QUARTA MARAVILHA?
É a famosa drenagem do Rio Mathias.
Na praça da bandeira a atração são os buracos,
Que fazem parte do turismo do descaso.
No Rio Mathias ainda teve os robôs.
E até hoje o resultado não chegou.
O buraco do natal também foi no Rio Mathias.
Pra abrilhantar e realçar a maravilha.
Rota de fuga pra enchente desviar.
Pra árvore não morrer quando o centro alagar,
Em vasos… as quaresmeiras vai plantar!
REFRÃO
As sete maravilhas de Joinville.
Que a prefeitura não quer mostrar.
Tá tudo esquecido, tá tudo caindo.
Mas, a gestão nem pensa em reformar.
As sete maravilhas de Joinville.
Para o Joinvilense visitar.
Pode ir nas sete, pode fazer selfie.
E marca o prefeitão pra divulgar.
II
Vou te falar da nossa QUINTA MARAVILHA.
Deteriorada e há muito tempo esquecida.
Estação da memória fechou e não abre mais
Se o trem apitar muito perto ela cai.
Abandonada e largada aos próprios trilhos.
Também deixaram fora do aplicativo.
Tá sempre estampada lá no site de turismo.
Mas, foi entregue ao descaso e ao vandalismo.
É hora do povo ir visitar,
Pra ver bem perto e fotografar…
e a Estação da memória divulgar.
O Parque Caieiras é a SEXTA MARAVILHA.
Um santuário de incompetência viva.
Um parque esquecido sem nenhuma atenção.
É o resultado dessa péssima gestão.
A SÉTIMA MARAVILHA é o Zoobotânico.
Como as outras pouco a pouco, definhando.
Não se investe mais nessa linda maravilha.
E o que resta é meia dúzia de trilhas.
E é assim que a cidade vai seguindo,
O centro alagando,
O patrimônio caindo, e o prefeitão?…
e o prefeito mentindo!
REFRÃO

ESCRITA DIA 10 DE JUNHO DE 2025

quarta-feira, 4 de junho de 2025

PARÓDIA – A FEBRE DAS PONTES_(2025)

 
PARÓDIA – A FEBRE DAS PONTES_(2025)
Música original: Pode passar o rodo (Daniel)
Letra e Interpretação: Piá Vividense

É a febre das pontes, ponte pra todo lado.
E onde não tem ponte já tem mapa rabiscado.
Ponte da propaganda, ponte do monumento,
e as pontes necessárias ficaram no esquecimento.

Licitaram a Ponte do vovô.
Mas a empresa que ia fazer, quebrou.
Contrataram outra empresa pra acabar.
Cresceu preço, cresceu prazo e teve crime ambiental.
Aterraram o Cachoeira pra tal ponte terminar.

É a febre das pontes, é o nicho do momento!
Tudo fora de prazo e acima do orçamento.
É febre do andaime, do canteiro de obras.
O que é preciso falta e o que não precisa sobra.

Rebaixaram a Ponte da Nacar.
Pescadores não podem ir pescar.
Aterraram o Rio Bucarein.
É um crime humanitário e ambiental também.
No rio quem tranca é ponte e na rua é o trem.
Ponte baixa não dá pra navegar.
Barco parado há dois anos está,
Prejuízo começa acumular.
As perdas dos pescadores quem é que vai compensar.
Bem lá no final das contas o povo é quem vai pagar.

É a febre das pontes, ponte pra todo lado.
E a ponte Joinville é um monumento ao atraso.
Justificam os gastos gabando a estrutura.
Quando alguém compara com a ponte de Guaratuba.

Ponte Guaratuba tem sessenta por cento (60%)
Ponte Joinville em quatorze por cento (14%)
Guaratuba correndo contra o tempo,
E a nossa Ponte Joinville naquele passinho lento,
E nem falam dos acessos, do prazo e do orçamento!

É a febre das pontes, ponte pra todo lado.
E lá na Vigorelli tem estudo contratado.
Mais de quatro milhões estão sendo torrados.
Pra descobrir o acesso que já está sendo usado.

PPP e governo do estado,
É o dinheiro que está sendo pensado.
E tem ponte velha pra todo lado.
Mas, essas pontes não deixam o prefeito preocupado.
Não tem tempo e nem dinheiro se a obra não der status.
Ponte do Kartódromo precisa reformar.
É notório, precisa levantar.
No Paraíso tem ponte quase caindo,
Mas, não se fala em reforma pra evitar esse risco.
Onde há necessidade o prefeito não mete o bico.

É a febre das pontes, ponte pra todo lado!
Abraçaram as pontes, mas, o povo tá largado.
Tem que ser ponte grande, onde não é usado.
Pra contrair o empréstimo já superfaturado.

Ponte do Centro perto do tênis clube.
Um gargalo que a gestão não assume.
Afunila o Rio Cachoeira,
e quando a maré tá alta é inevitável as cheias.
E obra atrasada no centro é uma coisa muito feia!
É por isso que a ponte não sai.
Pois no prazo nenhuma obra vai.
E no centro melhor nem começar,
Uma ponte sem noção de quando consegue acabar.
Pois tem sempre os aditivos e os prazos pra adiar.

É a febre das pontes, ponte pra todo lado.
E onde não tem ponte já tem mapa rabiscado.
Ponte da propaganda, ponte do monumento,
e as pontes necessárias ficaram no esquecimento.

É a febre das pontes, é o nicho do momento!
Tudo fora de prazo e acima do orçamento.
É febre do andaime, do canteiro de obras.
O que é preciso falta e o que não precisa sobra.

É a febre das pontes, ponte pra todo lado!
Abraçaram as pontes, mas, o povo tá largado.
Tem que ser ponte grande, onde não é usado.
Pra contrair o empréstimo já superfaturado.


ESCRITA DIA 04 DE JUNHO DE 2025

quarta-feira, 28 de maio de 2025

PARÓDIA – O TREM DA TRISTEZA_(2025)

PARÓDIA – O TREM DA TRISTEZA_(2025)

Música original: O mala (Teodoro e Sampaio)

Letra e Interpretação: Piá Vividense



REFRÃO

É triste isso é muito triste!

O trem fechando toda a rua.

É triste isto é muito triste!

Mas, ninguém fala nisso lá na prefeitura!

É triste o trem parando tudo.

Tão triste que nem é surpresa!

È triste isso é muito triste.

Que já está virando o trem da tristeza!

I

O trem vai entrando e parando todo mundo.

Corta vinte e oito ruas da zona urbana.

Entre essas ruas muitos eixos principais,

Como a Getúlio Vargas, São Paulo e Copacabana.

Não tem segurança e nem sinalização,

E ao que se vê, não é a prioridade!

E os acidentes continuam acontecendo,

E o caos ferroviário la no centro da cidade.

REFRÃO

É triste isso é muito triste!

O trem fechando toda a rua.

É triste isto é muito triste!

Mas, ninguém fala nisso lá na prefeitura!

É triste o trem parando tudo.

Tão triste que nem é surpresa!

È triste isso é muito triste.

Que já está virando o trem da tristeza!

II

O trem chegou aqui em 1906.

Logo depois da proclamação da república.

Afonso Pena era o nosso Presidente

E veio inaugurar toda a estrutura.

Ano que vem completam 120 anos.

Que a nossa Estação também foi inaugurada.

Infelizmente esse legado cultural.

Tá esquecido e totalmente, abandonado!

III

E Afonso Pena também visitou o centro,

Também percorreu por ruas e corredores.

E vendo as ruas e os jardins que eram floridos

Chamou Joinville de, A cidade das flores.

Se ele voltasse hoje pra nos visitar.

E fizesse de novo o mesmo trajeto.

É bem provável que ele ia encontrar,

A Cidade sem flor, abandonada e sem projeto.

REFRÃO

IV

E a secretaria de turismo é uma piada.

Chama o turista pra conhecer a estação.

Nem comenta que faz tempo que está fechada.

E ainda diz que é uma das principais atrações.

Se a prefeitura estivesse preocupada.

Com a nossa história e a sua beleza!

Pegava o dinheiro do Trem da Alegria.

E aplicava logo, tudo no Trem da Tristeza.

V

Em Joinville o contorno ferroviário,

É um projeto que todo povo queria.

Pra aliviar o caos viário da cidade.

E a segurança nas margens da ferrovia.

Enquanto aqui o contorno não sai do projeto.

Guaramirim já tem projeto anunciado.

Pra retirar o trem da sua área urbana.

E garantir um novo contorno ferroviário.

V

REFRÃO

É triste isso é muito triste!

O trem fechando toda a rua.

É triste isto é muito triste!

Mas, ninguém fala nisso lá na prefeitura!

É triste o trem parando tudo.

Tão triste que nem é surpresa!

È triste isso é muito triste.

Que já está virando o trem da tristeza!



ESCRITA DIA 28 DE MAIO DE 2025

sábado, 24 de maio de 2025

PARÓDIA – BANCO DO BRICK_(2025)

 
PARÓDIA – BANCO DO BRICK_(2025)
Música original: Ferro Velho (Véio Milongueiro)
Letra e Interpretação: Piá Vividense

I
O Pixuleco abriu um banco,
acredite ou não acredite
E o nome do empreendimento
chamou de Banco do Brick.
Sendo ele analfabeto
quis mostrar que é inteligente.
E já empossou a Dilmanta pra fazer parte do brick ser logo a presidente.

Nesse tal banco do brick,
Direita não participa,
Porque em sua maioria
os sócios são comunistas.
Esse tal banco do brick
é sua galinha de ouro.
E nele o pixuleco,
manda todo o seu dinheiro
e confina o seu tesouro.
REFRÃO
Banco do Brick, Banco do Brick.
Tá igualzinho a estória do caviar.
Se fala tanto nesse banquinho suspeito.
Mas, ninguém sabe direito,
Porque só ouve falar.
Banco do brick, Banco do brick.
Até o dólar já tá querendo peitar.
Rombo fiscal do Brasil, tá só aumentando.
Acho que estão mandando o nosso dinheiro pra lá!
II
É muito Brick que vai.
E nada do Brick vem.
E os relatórios do banco
não se abre pra ninguém.
O Brasil tá no vermelho,
Mas, no Brick tá sobrando,
Parece que esse caixa tá
enchendo com o imposto
que o Brasil tá arrecadando.

O ladrão tá otimista
e não fala em recessão!
E agora está lançando o empréstimo espertão.
Ele pega o teu dinheiro
e te empresta parcelado.
É o seu FGTS sendo usado no brick, pra engordar o condenado.
REFRÃO
Banco do Brick, Banco do Brick.
Tá esgotando o dinheiro do Brasil.
Nossos impostos nunca arrecadaram tanto.
Mas cadê esse dinheiro?
Ninguém sabe ninguém viu.
Banco do Brick, Banco do Brick.
Tá penhorando a nossa soberania.
Nosso urânio virou moeda do brick,
Pra deixar o Xi Jinping
pulando de alegria.
III
Até avião cargueiro já está sendo usado.
Pra transportar mais dinheiro pro banco do condenado.
O brasileiro lascado, a economia em crise.
Mas, imposto só sobe, pra arrancar grana do pobre e mandar pro banco do brick.

Pixuleco sanguessuga já estava informado,
Que estavam desviando dinheiro de aposentado.
O dinheiro dos correios funcionário
é avalista.
E o pixuleco briqueando o INSS no banco dos comunistas.
REFRÃO
Banco do Brick, Banco do Brick.
Tá precisando uma investigação.
Primeira dama sozinha em avião cargueiro.
Enquanto o nosso dinheiro some da nossa nação.
Banco do Brick, Banco do Brick.
Tá parecendo o nosso BNDES.
É mais discreto porém merece atenção,
Principalmente depois do roubo do INSS.
IV
Olhando esse cenário minha opinião é simples.
É um baita tiro no pé, esse tal banco do Brick.
O Brasil é soberano e tem riquezas de sobra.
E o banco do Pixuleco é um atalho discreto pro Brasil sair da rota.

O que falta no Brasil não é banco e nem dinheiro.
Tá faltando um governo patriota e verdadeiro.
Que ame a nossa bandeira, eterna e soberana.
e além desses quesitos, coloque como ministro o Nosso Posto Ipiranga.
REFRÃO
Banco do Brick, Banco do Brick.
É o sinônimo total de incompetência.
Qual é o banco de índole ilibada,
Que contrata uma impichada pra cargo de presidência.
Banco do Brick, Banco do Brick.
É uma piada com a cara do brasileiro.
Brasil falindo e o Brick só aumentando,
No Brasil está faltando no Brick sobra dinheiro.

ESCRITA DIA 24 DE MAIO DE 2025

O POVO VIU MAIS ESSA!

PARÓDIA – DESRESPEITO E SUCATEAMENTO CULTURAL DE JOINVILLE (2026)

PARÓDIA – DESRESPEITO E SUCATEAMENTO CULTURAL DE JOINVILLE (2026) Música: Tá tudo caro (Véio Milongueiro) Letra e interpretação: Piá Vividen...