PARÓDIA – DESRESPEITO E SUCATEAMENTO CULTURAL DE JOINVILLE (2026)
Música: Tá tudo caro (Véio Milongueiro)
Letra e interpretação: Piá Vividense
I
Agora quero falar sobre o sucateamento.
Da cultura Joinvilense, que a gente fala a tempo.
Estão deixando ruir os patrimônios que temos.
Pra entregar aos amigos, desmembrar terreno nobre!
Pra fazer empreendimento!
Tô falando sobre a nossa Cidadela Cultural.
Que é o maior descaso da Gestão Municipal.
A omissão é tão grande, covarde e imparcial.
E já está ficando bem claro,
Que a omissão e o descaso, foi mesmo proposital!
Que desrespeito! Que vergonhoso!
E foi aprovado no Conselho de Cultura.
Até parece que já tava planejado.
Esses anos de omissão pela própria prefeitura.
Tão fatiando, um patrimônio!
Pra fazer prédio de até 20 andares.
São vinte metros em frente a 15 de Novembro
Mais de 6000m² pros amigos faturarem!
II
A Cidadela Antártica sofreu descaso e incêndio!
Má vontade, abandono e o total desrespeito.
A prefeitura viu tudo, mas, fugiu do compromisso.
Tudo que o prefeito fez, foi retirar uma vez,
Uma caçamba de lixo.
Até o ministério público deu prazo pra restaurar.
Mas, ninguém moveu um dedo até o prazo esgotar.
Tão pedindo mais três anos, para o prazo prorrogar.
Se a gestão tem mais dois anos,
Vai acabar a gestão e a obra não vai acabar!
Que desrespeito! Quer vergonhoso!
É malandragem coberta com incompetência.
É sempre um jogo de amizades e prazos,
Buscando atender sempre as próprias conveniências!
Que desrespeito! Que vergonhoso!
A há muito tempo já alertávamos isso.
E a Profecia do Programa Passando a Limpo,
Passa hora, passa dia continua se cumprindo!
III
No Cemitério do imigrante tá tudo do mesmo jeito.
Operação criminosa de descaso e desrespeito.
Fizeram uma devassa no memorial que temos.
Um patrimônio tombado, destruído e destroçado
Sem nenhum procedimento.
E o nosso centro histórico também tá sucateado.
Fazem visitas noturnas, pra ofuscar o descaso.
Casarões se decompondo, caindo e mal pintados.
É melhor mostrar à noite,
Turista que vê de dia fica decepcionado!
Que desrespeito! Que vergonhoso!
Tão sucateando uma história inteira.
Perdeu a graça, é feio e perigoso.
Andar na Rua do Príncipe e na Rua das Palmeiras.
Que desrespeito! Que vergonhoso!
Ninguém entende tamanha passividade.
É o pior governo de todos os tempos
Na cultura, na história e na memória cidade!
ESCRITA DIA 26 DE MAIO DE 2026
terça-feira, 26 de maio de 2026
quarta-feira, 20 de maio de 2026
PARÓDIA – NÃO SE FAZEM MAIS EMPRESÁRIOS COMO ANTIGAMENTE (2026)
PARÓDIA – NÃO SE FAZEM MAIS EMPRESÁRIOS COMO ANTIGAMENTE (2026)
Música: Velho casarão (Teixeirinha)
Letra e interpretação: Piá Vividense
I
José Henrique Carneiro de Loyola,
Grande visionário, idealizador!
Marcou a história da nossa cidade.
Deixando um legado empreendedor.
Um grande empresário à moda antiga,
Daqueles que hoje não se fazem mais!
Também foi político, e no dia a dia,
Sempre apoiou causas de filantropia,
Pra acolher idosos e também famílias,
Em vulnerabilidades sociais.
II
Esteve a frente das enormes têxteis
Fiação São Bento e Lepper Fabril.
Com tecnologia e informação,
Virou referência em todo Brasil.
Também inovou na capacitação,
Trazendo incentivos e cidadania.
Assim que chegaram os computadores,
Trouxe pra Joinville a bolsa de valores.
Uma solução para os corretores,
Que só as capitais nessa época tinham.
III
Também presidiu os Bombeiros Voluntários,
E por esse tempo é apaixonado.
Reestruturou a instituição,
E os equipamentos sucateados.
Criou um museu e uma Associação,
Pra todos Bombeiros em todo estado.
Sempre se doou para a população,
Priorizando sempre a educação,
Concedendo acesso à capacitação,
E incentivando o voluntariado!
IV
No campo político esteve presente.
Foi vice-prefeito e foi senador,
Interinamente assumiu a prefeitura,
E foi secretário do governador.
Seu pai Lauro Carneiro de Loyola,
Em nosso aeroporto foi eternizado.
Por todo trabalho por ele prestado.
Em nossa cidade e por todo o estado.
Durante o período dos quatro mandatos,
Que o catarinense a ele confiou!
V
Aqui eu encerro esta homenagem,
A este empresário filho deste chão.
Que é um exemplo de empreendedorismo,
De muito trabalho e motivação.
Hans Dieter Schmidt, Wittich Freitag e João Hansen
Mais três empresários gigantes daqui.
Além de empresários políticos natos,
João Hansen na Tigre deixou seu legado;
O Freitag criou a Cônsul e a Embraco;
E o Hans Dieter criou Fundição TUPY.
ESCRITA DIA 20 DE MAIO DE 2026
terça-feira, 12 de maio de 2026
PARÓDIA – TENTANDO EXPLICAR O INEXPLICÁVEL (2026)
PARÓDIA – TENTANDO EXPLICAR O INEXPLICÁVEL (2026)
Música: Nabo seco no feijão (Véio Milongueiro)
Letra e interpretação: Piá Vividense
I
Essa nossa prefeitura é uma coisa admirável,
Vive tentando explicar o que é inexplicável.
Torra milhões em mentiras pra ludibriar o povo,
E a gente tem que voltar e explicar tudo de novo.
E a Ponte Joinville, tá virando Fake News.
Num “bloguezin de segunda” lá do estado do RIO.
Mais uma boca alugada, pra enganar o povão.
E amplamente divulgada pela administração!
Tão fazendo qualquer coisa, para esconder o caos!
Mas, isso tá revelando… o desespero total!
REFRÃO
É um desespero total! (2X)
Sem escrúpulos, sem nada, topando qualquer parada!
É um desespero total!
É um desespero total! (2X)
Guaratuba terminou, Joinville mal começou!
É um desespero total!
II
O tal blogue mentiroso lá do Rio de Janeiro.
Deve até ter sido pago, pra aliviar o desespero.
Disseram que o responsável, por toda essa informação.
É o Paulo Castro da SEINFRA, dessa atual gestão.
Mas, a tal informação tá meio exagerada!
Puseram uma foto falsa, de uma ponte estaiada.
Mas, a ponte Joinville… continua atrasada.
Enquanto a de Guaratuba, já está inaugurada.
Mentir que tá quase pronta, já virou quase normal,
Mas, fingir que é estaiada… é desespero total!
REFRÃO
É um desespero total (2X)
Propaganda enganosa, com imagem duvidosa!
É desespero total
É um desespero total (2X)
Se não tem o que mostrar, faz imagem com IA
É desespero total!
III
E a tal Vanessa Falk, vereadora puxa-saco, Informou que 43% tá executado.
Mas, esse percentual é do cronograma financeiro,
Pois, toda execução física, não chega a 20%.
O escriba contratado, pra montar a narrativa.
Esqueceu de dois detalhes, da nossa Ponte Mentira.
Ela é a única no mundo, dupla só pra faturar.
Onde as rampas já estão prontas, sem a ponte pra passar.
Duas pontes só aumentam o aditivo total.
E as rampas prontas sem ponte… é desespero total!
REFRÃO
É um desespero total! (2X)
É tudo que hoje há dessa ponte pra mostrar!
É desespero total.
É um desespero total! (2X)
É pra tentar explicar, o que não dá pra explicar,
É desespero total!
ESCRITA DIA 12 DE MAIO DE 2026
domingo, 10 de maio de 2026
MÚSICA: NÃO É INOCENTE NÃO
MÚSICA: NÃO É INOCENTE NÃO
Letra e música: Piá Vividense
Não é inocente não!
REFRÃO
Não é inocente não! (2X)
Todo povo sabe que é um ladrão!
Não é inocente não!
I
É um condenado,Que foi ajudado,
Pelo seu togado, de estimação!
Não foi perdoado,
nem inocentado,
Como tem falado na televisão!
Já são doze anos roubando, enganando,
e dando esmola pra população!
Não é convincente! Não é inocente!
Não passa de um ladrão.
Cala a boca ladrão!
REFRÃO
II
Todo dia mente, que é inocente!
Se faz de coitado pra população,
O mesmo discurso, de pobre e de rico,
de branco e de negro,
empregado e patrão.
Sempre revoltado, desorientado
Não pensa no povo só na eleição,
Não fez rodovia,
Não fez ferrovia,
E nem a transposição!
Cadê o dinheiro ladrão!
REFRÃO
III
Em tempos sem crise, Tempos sem COVID!
Esbanja dinheiro sem preocupação.
Viagens de Luxo, substituíram
hospitais e obras de estruturação.
Não pensa no agro,
Antes deixa claro,
que queria mesmo sua extinção!
Esquece estradas,
Todas destroçadas,
E apoia a invasão!
Coisa de ladrão!
REFRÃO
IV
Mentiu no governo,
No depoimento,
Dizendo que é o
mais honesto da nação,
Mentiu na cadeia,
Mentiu no debate,
E segue mentindo
cheio de razão!
Em três colegiados
Foi sentenciado,
E foi condenado
por corrupção!
Recebeu ajuda,
Porém nada muda,
Não é inocente não.
É ladrão!
quarta-feira, 6 de maio de 2026
PARÓDIA – MEMÓRIA CULTURAL MASSACRADA (2026)
PARÓDIA – MEMÓRIA CULTURAL MASSACRADA (2026)
Música: Tô desconfiado (Véio Milongueiro)
Letra e interpretação: Piá Vividense
I
Não é de hoje que Joinville tá um caos,
Por aqui já é normal, um monte de obra parada!
Pra onde olhar tem serviço mal acabado,
Projeto mal licitado e a cidade bagunçada.
Nossa história e a sua memória cultural,
Está sendo esquecida, destruída e massacrada.
Por uma equipe de pessoas fraudulentas,
Irresponsáveis, incompetentes, que, tão nem aí pra nada!
Como o massacre feito sem procedimento,
Que aconteceu no centro nessa semana passada.
REFRÃO
O episódio só deixou destruição,
Falta de educação, pouco-caso e malícia.
Com laudo falso, amadorismo e despreparo,
Já deve ser encarado como caso de polícia.
Usaram o álibi pra induzir o IPHAN,
A autorizar pneus nas tumbas dos imigrantes.
E a devassa foi cruel e sem critério,
E aquele cemitério não será mais como antes!
II
Pra quem não sabe tem um cemitério no centro!
Que é patrimônio tombado de cultura e tradição.
Era o último baluarte preservado,
Mas, foi vilipendiado sem pena e sem compaixão.
A prefeitura emitiu nota dizendo,
Que estaria, fazendo uma Ação preventiva!
Mas, essa nota deveria ser mudada,
Pra Ação despreparada, forjada e destrutiva.
E o descaso ficou claro e evidente,
Pelas imagens recentes dessa Ação agressiva!
REFRÃO
Também disseram que era uma ação controlada
Pra preservar a história, evitando todos riscos.
Mas, a verdade é que foi tudo sem controle,
Com mentiras e amadores, que aconteceu tudo isso!
Tudo ao contrário, do que disseram na nota,
Não preservaram a memória, não priorizaram nada.
O que restou foi um rastro de destruição!
E as imagens só mostram as sepulturas quebradas.
Não adianta de noite fazer visita,
Se em plena luz do dia se promove a quebradeira.
Nem fazer vídeos pra por na rede social,
E depois forjar um laudo pra endossar essa besteira.
A Cidadela há anos tá esquecida,
É outra história morrendo sem ter ninguém que acuda.
É desse jeito que continua o massacre,
Do pouco que ainda nos resta de história e cultura!
ESCRITA DIA 05 DE MAIO DE 2026
quarta-feira, 29 de abril de 2026
PARÓDIA – PONTE DA VITÓRIA E PONTE DA VERGONHA (2026)
PARÓDIA – PONTE DA VITÓRIA E PONTE DA VERGONHA (2026)
Música, Letra e interpretação: Piá Vividense
I
O tempo já se passou o prazo já estourou!
E a nossa Ponte Joinville estagnada ficou.
E a Ponte de Guaratuba que não tem nada com isso.
Cumpriu todos cronogramas de custos e de serviço.
Aliás, teve um atraso na sua inauguração!
Era pra ser feita ontem e será feita amanhã.
Mas, esse adiamento tem uma explicação.
A previsão de mau tempo
e a condição do clima motivou essa exceção.
REFRÃO
Até parece que foi pensado,
Inaugurar a ponte, em 1° de maio!
Entrar pra história, e com louvor.
Num feriado, Dia do trabalhador.
II
Segundo o Men de Sá, em comum não existe nada!
Entre a Ponte Guaratuba e a Nossa Ponte atrasada.
Somente a letra “V”, de Vitória e de Vergonha.
A Ponte Vitoriosa tem em comum com a bisonha.
Porque em dificuldade não tem como comparar!
A Vergonhosa é no mangue, a vitoriosa é no mar.
Em grau de dificuldade é só pra se envergonhar.
Guaratuba é mais complexa, é maior, é estaiada
Mas, já vai inaugurar.
REFRÃO
Ponte Joinville é um descaso,
Já adiaram por dois anos esse prazo.
Ninguém define quando vão inaugurar.
Essa vergonha não tem data pra acabar!
III
Nossa Ponte da Vergonha, é dupla pra faturar.
Deixaram um vão no meio, pra obra dificultar.
Mas, no espaço entre as duas não cabe um monociclo.
45 centímetros é a largura desse risco!
É mais uma estratégia como a própria catapulta.
O que os olhos não vêm não é passivo de multa.
O negócio é ir enchendo, de perfumaria astuta.
O custo vai aumentando,
e o povo acreditando nesse montão de arapuca
REFRÃO
Tem catapulta, tem rampa pronta,
Só arapucas pra justificar a conta.
Já estão fazendo mais aditivos,
E a cada dia esse preço tá subindo.
IV
Segundo a nossa prefeita e ilustre secretário.
Houve problemas no solo, por isso todo esse atraso.
Até mesmo um calouro do curso de engenharia,
Sabe que não tem sentido nenhum essa narrativa!
Qualquer obra construtiva, precisa estudo de solo.
Mas, nessa ponte parece que quebraram o protocolo.
Porque as justificativas, desse atraso são bizarras.
Encontramos uma pedra, o solo no mangue é mole
e o manguezal atrapalha.
REFRÃO
Tanta desculpa, é depressivo!
Só pra inflar os custos com mais aditivos.
Tem muita gente enriquecendo.
E a prefeitura quebrada e empobrecendo!
Tem catapulta, tem rampa pronta,
Só arapucas pra justificar a conta.
Já estão fazendo mais aditivos,
E a cada dia esse preço tá subindo.
Pra Prefeitura ponte dupla é a solução!
Dizem que aguenta mais carga e melhora a dilatação.
Se é verdade esse boato!
Aumenta os custos e dilata o contrato!
ESCRITA DIA 28 DE ABRIL DE 2026
terça-feira, 21 de abril de 2026
PARÓDIA – CADÊ ESSA PAVIMENTAÇÃO? (2026)
PARÓDIA – CADÊ ESSA PAVIMENTAÇÃO? (2026)
Música original: (Cachorro Jiló – Teodoro e Sampaio)
Letra e interpretação: Piá Vividense
I
Peço licença joinvilense amigo,
Quero conversar contigo sobre pavimentação.
Pois a prefeita fez um discurso exaltado,
Que asfaltaram 100 km nessa última gestão.
Considerando que pavimento tem base,
sub-base e drenagem e depois asfalto ou concreto.
Quero saber qual é sua opinião,
Será que esse discurso de 100%, é correto?
Entre o os quarenta e um (41), maiores municípios,
Joinville tá ocupando o quadragésimo (40º) lugar.
Segundo dados do próprio IBGE,
Temos 600 KM ainda sem asfaltar!
Mas o perímetro urbano foi ampliado,
E nele foi incorporado várias estradas rurais.
Por esse fato os KM’s sem pavimento,
Estão perto de setecentos se já não tiver mais.
REFRÃO
Prefeita onde é que está, todo esse pavimento?
Mas, tem que ser coisa nova, não me venha com remendo.
Pra gente acreditar, Mostre onde estão.
O cidadão quer saber onde estão os 100Km da tal pavimentação.
Prefeita onde é que está, todo esse pavimento?
Mas, não raspa de asfalto e nem rua com remendo.
II
Estão falando em requalificação,
Para a pavimentação, porém existe um mistério.
Esse processo é só por indicação?
Ou conhecimento técnico também vai ser critério?
Nosso KM de asfalto é o mais caro
Em todo nosso estado ninguém gasta mais que a gente.
O Men de Sá precisa rever as planilhas,
Ou entregar logo a pasta pra alguém mais competente.
Nossa cidade merece mais atenção,
Pra fazer licitação descentes e sem compadrio.
E acabar com esse favorecimento,
De apenas três empresas que todo mundo já viu.
Temos a certeza que sobrará recursos,
Pra asfaltar em Joinvillle ao menos o dobro de ruas.
E garantir pavimento de qualidade,
E devolver pra cidade um serviço à sua altura.
III
Os usuários das ruas perimetrais
E das estradas rurais tão sofrendo a vida inteira.
Sem pavimento quando chove vira lama,
E quando é dia de sol ninguém aguenta a poeira.
E além das ruas todas cheias de buracos,
Sem lajota e sem asfalto, com poeira e com lama.
Ainda temos as valas a céu aberto,
Fétidas cheias de esgoto e cheio de ratazanas.
REFRÃO
Prefeita onde é que está, todo esse pavimento?
Mas, tem que ser coisa nova, não me venha com remendo.
Pra gente acreditar, Mostre onde estão.
O cidadão quer saber onde estão os 100Km da tal pavimentação.
Prefeita onde é que está, todo esse pavimento?
Mas, não raspa de asfalto e nem rua com remendo.
ESCRITA DIA 21 DE ABRIL DE 2026
quarta-feira, 15 de abril de 2026
PARÓDIA – SONHOS MENTIRAS QUE VIRARAM PESADELO (2026)
PARÓDIA – SONHOS MENTIRAS QUE VIRARAM PESADELO (2026)
Música original: (Bem bagual – Véio Milongueiro)
Letra e interpretação: Piá Vividense
I
Joinville dormiu sonhando com mentiras prometidas.
E o sonho se transformou numa baita dor de barriga.
Virou logo um pesadelo daqueles que não acaba.
O joinvilense acordou, o pesadelo ficou
E o sonho virou em nada.
Dormiu sonhando com o Parque Linear.
Que seria um Parque lindo pro cidadão desfrutar.
Quando acordou só viu uma ruela deserta.
E o pesadelo do parque nem sei se vão acabar
II
A Ponte de Joinville também tava nesse sonho.
Mas, aos poucos foi virando um pesadelo medonho.
Pois a grana acabou e com ela a previsão,
O Alcaide saiu fora deixou a nova prefeita,
Com o pesadelo na mão.
E não tá fácil pra prefeita ignorar.
O pesadelo da ponte parece não acabar.
Em Guaratuba a ponte vai inaugurar.
Um sonho realizado pro povo do Paraná.
III
Também tem o pesadelo do Palhaço das Orquídeas.
Sonho de 4 milhões, de promessas e mentiras.
Contrataram uma empresa que encontraram na esquina.
O Palhaço acordou e o sonho de quatro milhões
Já é um pesadelo de trinta!
A contratada não deu conta do serviço,
Mas, tava mais que na cara que ia acontecer isso.
Deixou a obra e voltou fabricar linguiça,
Aumentou o pesadelo e voltou pra lavanderia.
VI
É tanto sonho inventado virando assombração.
Tirando o sono profundo da administração.
E o Parque da Usina é outro ótimo exemplo.
Um sonho alardeado e ao povo comunicado
Pelo próprio ex-prefeito.
O ex-prefeito visitou aquela usina
E já ficou deslumbrado prometendo mil mentiras.
Era outro parque pra Usina do Piraí.
Foi só mais um pesado pro cidadão se iludir.
V
Nosso novo pesadelo é chamado MICODEMUS.
É um sonho podre caindo e sem estacionamento.
Vão ser mais de 100 milhões,
Pra comprar o que não queremos.
Um sonho atormentado, pra acordar assustado
No meio do alagamento.
VI
E a Cidadela está prestes a ruir.
O Parque 25 de Julho do Papel não vai sair.
No Rio Mathias as obras tão sepultadas.
E lá na Santos Dumont, o sonho da duplicação
Ainda não foi acabada.
É tanto sonho, virando em pesadelo!
Os projetos evaporam e levam nosso dinheiro.
Tanto dinheiro levando o sonho do povo.
Nem passou um pesadelo e já tem pesadelo NOVO!
ESCRITA DIA 15 DE ABRIL DE 2026
terça-feira, 7 de abril de 2026
PARÓDIA – JOINVILLE – A CAPITAL MUNDIAL DA MENTIRA (2026)
PARÓDIA – JOINVILLE – A CAPITAL MUNDIAL DA MENTIRA (2026)
Música original: (Chapéu de vaca – Xirú Missionero)
Letra e interpretação: Piá Vividense
Nossa cidade virou palco de falácias.
E o nosso povo está sendo iludido.
Sai um prefeito que mentiu… uma desgraça!
E a outra chega imitando e mentindo!
Já disse que pavimentaram 100 km,
Mas na cidade ninguém tá sabendo nada.
E a rapaziada do Itaum quer saber.
Onde é que estão as ruas que foram asfaltadas?
Quais são as ruas, o povo tá perguntando.
Quais são os nomes? Onde estão localizadas?
Mostre pro povo esses novos pavimentos.
Mas, não me venha com ruas velhas pintadas.
II
Nossa prefeita disse em alto e bom som.
Que não esperem dela, promessas vazias.
Tampouco obras que não saem do papel,
Enquanto isso o Alcaide assistia.
Tapa na cara do prefeito falastrão.
O campeão das promessas e obras paradas.
Que desertou e entregou a prefeitura.
Comprometida, impotente e quebrada.
Nossa prefeita pegou um barco furado.
Todo inundado, sem rumo e sem destino.
E o prefeitão pulou do barco antes da onda.
E foi de carona na barcaça do Jorginho.
III
Entre as obras paradas sem conclusão.
Tá a estufa do Palhaço das orquídeas.
E já fizeram uma nova licitação,
E o valor parece até outra mentira.
Pois já foi pago treze milhões nessa obra.
E agora querem licitar mais dezessete.
Somando tudo o total é trinta milhões
Pra construir uma estufa mequetrefe.
A rapaziada do cofre está feliz!
Quem tá ganhando e levando essa bufunfa?
É quase um décimo do valor que custou.
A construção da Ponte lá em Guaratuba.
IV
Outro escândalo ainda bem maior!
É a reforma do Teatro MICODEMUS.
Tem uma verba de treze milhões e meio.
Só pra desapropriar, vinda lá do governo.
Mas, além disso lançaram um edital.
Um verdadeiro escárnio com os cidadãos.
Pra reformar o casarão velho e caindo.
Tão licitando noventa e três milhões.
Esse dinheiro poderia ser usado.
Pra reformar a Cidadela e o Centreventos.
E ainda dava pra reformar nossa Arena. Que tá caindo e esquecida há tempos.
É outra obra que vai ficar no papel.
Na Joinville Capital Mundial da mentira.
Já tá na hora de chamar o Men de Sá.
Pra auditar e fiscalizar suas planilhas.
ESCRITA DIA 07 DE ABRIL DE 2026
Música original: (Chapéu de vaca – Xirú Missionero)
Letra e interpretação: Piá Vividense
Nossa cidade virou palco de falácias.
E o nosso povo está sendo iludido.
Sai um prefeito que mentiu… uma desgraça!
E a outra chega imitando e mentindo!
Já disse que pavimentaram 100 km,
Mas na cidade ninguém tá sabendo nada.
E a rapaziada do Itaum quer saber.
Onde é que estão as ruas que foram asfaltadas?
Quais são as ruas, o povo tá perguntando.
Quais são os nomes? Onde estão localizadas?
Mostre pro povo esses novos pavimentos.
Mas, não me venha com ruas velhas pintadas.
II
Nossa prefeita disse em alto e bom som.
Que não esperem dela, promessas vazias.
Tampouco obras que não saem do papel,
Enquanto isso o Alcaide assistia.
Tapa na cara do prefeito falastrão.
O campeão das promessas e obras paradas.
Que desertou e entregou a prefeitura.
Comprometida, impotente e quebrada.
Nossa prefeita pegou um barco furado.
Todo inundado, sem rumo e sem destino.
E o prefeitão pulou do barco antes da onda.
E foi de carona na barcaça do Jorginho.
III
Entre as obras paradas sem conclusão.
Tá a estufa do Palhaço das orquídeas.
E já fizeram uma nova licitação,
E o valor parece até outra mentira.
Pois já foi pago treze milhões nessa obra.
E agora querem licitar mais dezessete.
Somando tudo o total é trinta milhões
Pra construir uma estufa mequetrefe.
A rapaziada do cofre está feliz!
Quem tá ganhando e levando essa bufunfa?
É quase um décimo do valor que custou.
A construção da Ponte lá em Guaratuba.
IV
Outro escândalo ainda bem maior!
É a reforma do Teatro MICODEMUS.
Tem uma verba de treze milhões e meio.
Só pra desapropriar, vinda lá do governo.
Mas, além disso lançaram um edital.
Um verdadeiro escárnio com os cidadãos.
Pra reformar o casarão velho e caindo.
Tão licitando noventa e três milhões.
Esse dinheiro poderia ser usado.
Pra reformar a Cidadela e o Centreventos.
E ainda dava pra reformar nossa Arena. Que tá caindo e esquecida há tempos.
É outra obra que vai ficar no papel.
Na Joinville Capital Mundial da mentira.
Já tá na hora de chamar o Men de Sá.
Pra auditar e fiscalizar suas planilhas.
ESCRITA DIA 07 DE ABRIL DE 2026
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