PARÓDIA – ESPUMANTE NA SERRA_
Música original: Mulher Chorona (Teodoro e Sampaio)
Letra da Paródia e Interpretação: Piá Vividense
I Eitaaa, mas que tragédia! Mais uma carreta que tomba na serra.
Ninguém previne, ninguém fiscaliza!
Tá liberada de noite e de dia.
Lá vem o nosso pavão!
Filmar a espuma e mostrar pro povão.
Deixou a cidade aterrorizada!
Pensando que iam ficar sem água.
Foi um desespero, foi um caos total.
Pra encher o carrinho, de água mineral!
O povo com medo do rio de espuma.
Saiu correndo todos para rua.
Encheu o mercado, a mercearia,
até os botecos o povo enchia.
No centro e nos bairros, na cidade inteira.
Não sobrou água, só as prateleiras.
II
Eitaaa, mas que lambança!
É proibido cargas dessa substância.
Entre às dezoito e às sete horas.
E o acidente foi bem nessa hora!
É uma barbaridade,
O que tá faltando é seriedade.
Pra executar as Leis do Município.
E evitar qualquer tipo de indício!
Fiscalizar mais, Apavorar menos!
Isso é o contrário do que estão fazendo.
Fica muito clara a incompetência.
A cada novo decreto de emergência!
Não há prevenção, tá tudo largado.
E só aparecem depois do estrago.
Ninguém fiscaliza e ninguém autua.
Como a dengue e o esgoto in natura!
É o Rio de Espuma, é o rio Mathias!
É Rota de Fuga, é caminhão Pipa!
Prefeitão do NOVO, nas redes sociais.
É uma tragédia que não acaba mais.
quarta-feira, 31 de janeiro de 2024
PARÓDIA – ESPUMANTE NA SERRA_
terça-feira, 23 de janeiro de 2024
PARÓDIA – AS CHEIAS EM JOINVILLE_
Música original: A garagem da Vizinha (Sandro e Gustavo)
Letra da Paródia e Interpretação: Piá Vividense
I
Na cidade de Joinville a coisa tá muito feia.
Qualquer dois pingos de chuva, as ruas já ficam cheias.
O transtorno é inevitável, o caos já é conhecido.
As ruas cheias de água e os bueiros entupidos!
As obras do Rio Mathias, que eram pra resolver,
drenar toda a enxurrada para o centro não encher!
Só enterraram dinheiro e não resolveram nada.
E já fazem quatro anos que as obras estão paradas!
REFRÃO
Bota robô milionário, taca-lhe chapa de aço!
A estratégia do prefeito é um eterno fracasso.
Chuva forte ou chuva fraca e o centro segue enchendo.
Ninguém sabe o que foi feito, nem o que estão fazendo.
Ninguém fiscaliza nada e nem faz manutenção.
E esse descaso constante contribui pra inundação.
Se começar a chover, sai do centro, não vacile!
Já tá virando vergonha as cheias de Joinville!
II
Anunciaram aos quatro ventos que foi feito uma limpeza.
Em todos os nossos rios e ficou uma beleza.
Mas, só enxugaram gelo e tudo ficou igual.
Nem mexeram nos gargalos que é o problema central!
A ponte do prédio verde, o aterro da Nacar,
e o aterro da Ponte Aubé, é até crime ambiental!
O Rio cheio de obstáculo, aterrado e obstruído.
Alagou até um trecho lá na Monsenhor Gercino!
REFRÃO
E a nossa infraestrutura terceirizou seu serviço.
E a tal rota de fuga, tem até aplicativo.
É um olho no Waze, e o outro no horizonte.
Se a chuva começar, fujam todos para os montes!
É a tecnologia, orientando o atalho.
O povo foge da cheia e eles fogem do trabalho.
Esqueceram a limpeza e o caminhão hidrojato.
E prosseguem insistindo nessa fuga orientada!
REFRÃO FINAL
É aula de canoagem, é aula de natação.
Para não ficar ilhado, no meio da inundação.
Se começar a chover, sai do centro, não vacile!
Já virou uma vergonha as cheias de Joinville!
PARÓDIA - ONDE TU IAS, MATHIAS?
PARÓDIA - ONDE TU IAS, MATHIAS?
Que história triste,
Não sei se tu viste.
Centro inundado, todo alagado.
E as galerias do nosso Rio Matias
Ficaram cheias, Até transbordar!
Oh, Rio Mathias, Onde tu ias?
Só prometestes, mas, não cumpriu.
Deixastes tuas galerias,
E a avenida virou um rio.
Que ironia.
Um balde de água fria,
Tantas histórias, estão na memória.
Povo lesado, dinheiro aplicado.
E o resultado o rio transbordou.
Oh, Rio Mathias onde tu ias?
Que as palmeiras tu decepou?
Deixastes tuas galerias,
E pra avenida retornou!
Oh! Rio Mathias, onde tu vais?
Nossa confiança, não levas mais!
Deixastes tuas galerias,
E a hipocrisia de um tempo atrás.
quinta-feira, 18 de janeiro de 2024
POEMA | INDEPENDÊNCIA E LIBERDADE_
INDEPENDÊNCIA E LIBERDADE_
Poema de Sílvio Opeck de Morais | Piá Vividense (Escrito para um trabalho escolar da filha durante a Pandemia)
I Das margens do Ipiranga,
Ouviu-se o famoso grito,
Apostando a própria sorte!
Dom Pedro encarou a morte.
Desafiando o conflito.
II
Alguém até criticou,
Essa tremenda indecência!
Mas esse ato ousado,
Fundou o eterno legado,
Da nossa Independência!!!
Silvio Opeck de Morais
quarta-feira, 17 de janeiro de 2024
PARÓDIA – A JOINVILLE REAL_
Música original: Um botão pra dar (Gino e Geno)
Letra da Paródia e Interpretação: Piá Vividense
I
Joinville tá virando um outdoor de narrativas.
É a primeira em tudo e em tudo é a preferida.
Mas, toda essa propaganda não reflete a cidade.
Porque a Joinville real, está indo muito mal
é triste a realidade!
Além... de obras bagunçadas!
Sem fim e sem previsão.
Com custos exorbitantes,
de dezenas de milhões.
Deixa o povo questionando
Cadê a premiação?
REFRÃO
Cadê a premiação? (2X)
Onde está a Joinville, que eu vi na televisão?
Cadê a premiação? (2X)
Essa cidade perfeita é um filme de ficção!
II
Na Joinville real nenhum prêmio nos ilude.
Tão servindo almoço podre aos funcionários da saúde.
Gastam trinta mil por dia, pra falar bem da gestão.
Enquanto o alcaide se gaba, a saúde come larva
misturada com feijão!
Mas lá, no Instagram do prefeito!
É prêmio pra todo lado,
Número Um no Brasil,
número Um no nosso estado!
Mas, cadê o troféu da dengue
de primeiro colocado?
REFRÃO
Cadê?... o troféu da dengue, de primeiro colocado?
Somos o número um, em todo nosso estado!
E cadê esse troféu, e cadê essa medalha!
Acho que está escondido por detrás da nossa máscara!
III
Outra propaganda fake, que virou desilusão.
Foi o famoso programa para arborização.
Mas, ao invés de plantar e arborizar de verdade.
Tacaram a motosserra
e ainda cortaram mais árvores
por toda nossa cidade.
E lá… na rede pluvial.
Os bueiros entupidos,
qualquer chuvinha enchia
e alagava toda rua.
Não encararam o problema,
e traçaram a rota de fuga!
REFRÃO
Traçaram a rota de fuga! (2X)
Não encararam o problema, e traçaram a rota de fuga!
Traçaram a rota de fuga!(2X)
Essa é a verdadeira face dessa nossa prefeitura!
terça-feira, 9 de janeiro de 2024
PARÓDIA – UM PARTO DE JUMENTO_
PARÓDIA – UM PARTO DE JUMENTO_
Música original: O saco (Felipe e Falcão)
Letra da Paródia e Interpretação: Piá Vividense
I
Olha eu aqui, eu tô chegando de novo!
Começando um ano novo,
com um assunto conhecido!
Vamos falar da Avenida Ottokar,
da miniduplicação, do trechinho encolhido.
Se não bastasse a extensão do trajeto
Não dar nem quinhentos metros na sua totalidade.
Já contrataram três empreiteiras pro trampo,
que já tão tumultuando a entrada da cidade!
REFRÃO
Meu Senhor, que administração!
Traz logo três empresas, pra miniduplicação!
Ai meu Deus! Nem queria falar.
Mas, traz ao menos cinco
senão, não vai terminar! Traz logo umas cinco, senão não vai terminar!
II
Já se tornou rotina nessa gestão.
“Obrinhas” sem conclusão,
com empreiteiras aos montes.
É como diz o ditado popular,
cachorro com muitos donos
no final morre de fome.
São três empresas pra fazer quinhentos metros
Um minúsculo projeto, dividido em três trechos.
Deram dez meses pra fazer a conclusão.
É o prazo da gestação e do parto de um jumento!
REFRÃO
Deus do céu, São quase dezoito milhões!
Um rio de dinheiro, pra mini-duplicação.
Ai meu Deus, coisa igual nunca se viu.
São os quinhentos metros
mais caros desse Brasil.
III
Virou bagunça, desordem e incompetência.
Porém o líder do Novo disse que isso é normal.
Nessa bagunça tombou uma escavadeira,
em cima de um funcionário
que foi parar no hospital.
E o Chefão geral da nossa prefeitura
em matéria de infraestrutura,
é um peixe no deserto.
Unindo ele com o líder do partido,
nem esse trecho encolhido,
é provável que dê certo!
REFRÃO
Ai meu Deus, que falta de gestão!
Será que as três empresas
vão completar a Missão?
Meu Senhor, mas, que recepção!
É o cartão de visitas dessa administração!
terça-feira, 19 de dezembro de 2023
PARÓDIA – NOSSA CULTURA EM SEGUNDO PLANO_
PARÓDIA – NOSSA CULTURA EM SEGUNDO PLANO_
Música original: Sou feio, mas, tô na moda. | editado e adaptado (Gino e Geno)
Letra da Paródia e Interpretação: Piá Vividense
REFRÃO
Nossa história e cultura, estão esquecidas há anos.
Já não são prioridades, estão sempre em segundo plano.
É museu que nunca abre, é monumento quebrando.
O que não tá interditado, tá abandonado e definhando.
I
O nosso museu Fritz Alt, ficou fechado onze anos!
E um dia antes de reabrir, ainda tinha gente trabalhando.
Abriram o museu Fritz Alt, fecharam o museu da imigração
Se um abre o ou outro fecha nessa administração.
REFRÃO
II
Três anos foi necessário pra reformar a escultura,
E o imigrante maneta, assombrou a prefeitura.
Uma obra do maior escultor do nosso estado.
Mesmo assim foram três anos de espera e de descaso.
REFRÃO
III
O Nosso Museu de arte, vive mais tempo fechado.
O nosso arquivo histórico também foi abandonado.
O museu de Sambaqui tá esperando reforma.
Nossa história e cultura, ou tá fechada, ou tá em obras.
REFRÃO
IV
Parque caieiras e os fornos, há tempos foram largados.
Os poços da Padre Anchieta, também foram abandonados.
E a nossa Cidadela, está caindo aos pedaços.
Só ainda não veio ao chão, porque os cupins tão abraçados.
REFRÃO
V
O que a gente tem de bom, é o nosso Balé Bolshoi!
O instituto Juarez Machado e o instituto Arte Maior.
O Cemitério do Imigrante, também está bem cuidado.
Mas quem cuida e mantém tudo, é nosso setor privado!
O POVO VIU MAIS ESSA!
PARÓDIA – DESRESPEITO E SUCATEAMENTO CULTURAL DE JOINVILLE (2026)
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