PARÓDIA – MATERNIDADE DA DENGUE_(2024)
Música original: Pra tirar o barro (Gino e Geno)
Letra da Paródia e Interpretação: Piá Vividense
REFRÃO
Olha aí o mosquitão, voltando na cidade!
Assustando o povão, mas que barbaridade,
Olha aí o mosquitão, já estão bem à vontade
Tão surgindo de montão, das duas maternidades.
Olha aí o mosquitão, voltando na cidade!
É uma multidão, mas que barbaridade.
Uns vêm da incubação, os outros vêm do lixo!
Já temos mosquito pobre e também mosquito rico.
I
Joinville já produz mosquito pelo descaso.
Mas agora também temos, o mosquitão fabricado.
O mosquitão fabricado é rico de área nobre,
E o que nasce no pneu, é o tal mosquitão pobre.
A produção Joinvilense é uma excentricidade,
Pois a cidade já conta com duas maternidades.
No entulho da cidadela tá nascendo e não pára.
E não para os nascimentos lá na fábrica Wolbachia.
REFRÃO
Olha o mosquitão aí, voltando na cidade!
Assustando o povão, mas que barbaridade,
Olha o mosquitão aí, já estão bem à vontade
Tão surgindo de montão, das duas maternidades.
Olha o mosquitão aí, na nossa cidadela.
Milhares de mosquitos se reproduzem nela.
Deixada à deus-dará, já faz alguns anos.
Nossa cultura caindo e a dengue levantando.
II
A cidadela virou uma luta contra o tempo,
É uma vergonha geral, é um caos em pleno centro.
A casa do mosquitão que virou maternidade.
Envergonha o prefeito e envergonha a cidade.
É a cara do secretário que gere a nossa cultura.
Só tem parede frontal, por trás não tem estrutura.
O mato tá invadindo e o prefeito nada fez.
Tá rezando pra que o resto caia logo, de uma vez.
REFRÃO
Olha aí o mosquitão! Voltando na cidade.
A dengue aumentado, que barbaridade.
A cidadela igual uma ruína maia,
e o prefeito na espera pra que a cidadela caia.
III
O projeto do alcaide com a tal de PPP,
Deu com os burros na água, e ele não soube fazer.
Ele ficou chateado e abandonou de vez.
Tirar foto da caçamba foi tudo que ele fez.
Cidadela abandonada é um crime cultural,
Contra a nossa história e cultura patrimonial.
É um crime ambiental pois também possibilita
que os escombros se transformem
em berçários de mosquito.
Olha aí o mosquitão, voltando na cidade!
Assustando o povão, mas que barbaridade,
Olha aí o mosquitão, já estão bem à vontade
Tão surgindo de montão, das duas maternidades.
Olha aí o mosquitão, na nossa cidadela.
Milhares de mosquitos se reproduzem nela.
Deixada à deus-dará, já faz quatro anos.
Nossa cultura caindo e a dengue levantando.
Olha aí o mosquitão, voltando na cidade!
Assustando o povão, mas que barbaridade,
Olha aí o mosquitão, já estão bem à vontade
Tão surgindo de montão, das duas maternidades.
Olha aí o mosquitão, voltando na cidade!
É uma multidão, mas que barbaridade.
Uns vêm da incubação, os outros vêm do lixo!
Já temos mosquito pobre e também mosquito rico.
ESCRITA EM 26 DE NOVEMBRO DE 2024.
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